Escritório ABordin incentiva doação de Imposto de Renda

Há várias formas de contribuir para a transformação da sociedade. O escritório de contabilidade e consultoria contábil  ABordin, por exemplo, iniciou uma parceria com a Fundação Julita, unindo sua expertise em declaração de imposto de renda pessoa física com uma ação de responsabilidade social.

“Muitas pessoas ainda têm receio de doar o imposto de renda a pagar para uma organização social. O principal motivo é o medo, injustificado, de cair na malha fina. Portanto, ter uma empresa com o reconhecimento e trajetória da ABordin esclarecendo que esse tipo de doação pode ser realizada de maneira simples e segura é fundamental”, assegura Renata Maluf, diretora da Fundação Julita.

Fundada em 1983, a ABordin é reconhecida e respeitada no Brasil e no exterior. Oferece serviços de outsourcing contábil, consultoria tributária, perícias, além de declarações de imposto de renda pessoa física.

Atuar na área de responsabilidade social sempre foi um escopo da família Bordin. Preocupados com questões sociais, o fundador da empresa, Antonio Carlos Bordin, e amigos criaram o projeto “Os Meninos de Kardec”, que reúne e estimula empresas e pessoas a ajudar entidades filantrópicas de São Paulo.

De acordo com Allan Bordin, diretor do escritório, "a parceria entre a empresa e uma Fundação com mais de 67 anos de atuação, eleita uma das 100 Melhores ONGs para se Doar do país, serve como ponte entre empresas e entidades, empoderando e transformando vidas de pessoas em situação carente".

Doação do Imposto de Renda Pessoa Física

No ato da declaração do Imposto de Renda, é possível destinar até 3% do imposto de renda devido para o Projeto de Saúde Nutricional da Fundação Julita, que garante o acesso à alimentação saudável para centenas de crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, beneficiados pelos projetos sociais da organização. O projeto promove ações de educação nutricional, qualificação das refeições oferecidas na organização e atendimento com familiares e encaminhamento médico, se necessário, a fim de minimizar problemas relacionados a deficiências nutricionais que possam prejudicar o processo de aprendizado e de crescimento saudável desde a infância, podendo impactar toda a vida.

Saiba mais em: https://www.fundacaojulita.org.br/noticias-e-artigos/noticias/doaco-de-imposto-de-renda-transforma-vidas

 

Projeto Ipezinho amplia número de crianças beneficiadas

Projeto Ipezinho amplia número de crianças beneficiadas

A Fundação Julita anuncia a renovação da parceria com o Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo, parceiro financiador do Projeto Ipezinho desde 2017, que beneficia crianças de 4 a 5 anos em situação de vulnerabilidade social.

Para 2019, serão 66 crianças beneficiadas, versus 50 do ano anterior. A colaboração do Instituto CSHG, a parceria com a Fundação Salvador Arena, na parte alimentar, e a campanha de apadrinhamento da Fundação Julita contribuíram para que ampliássemos o número de crianças atendidas.

Com isso, o projeto Ipezinho ganha ainda mais dimensão, - sendo considerado um dos pioneiros na cidade de São Paulo -, proporcionando respaldo ao desenvolvimento integral na primeira infância, uma vez que não existe atendimento no contraturno escolar para essa faixa etária dentro da política pública da assistência social.

Com isso, essas crianças, ao sair da creche por volta dos 4 anos, não encontram atendimento no contraturno escolar até os 6 anos de idade, prejudicando a sua continuidade na escola e o atendimento na Fundação.

NA LUTA PELA GARANTIA DE DIREITOS

O Projeto Ipezinho da Fundação Julita nasceu com a missão de prevenir situações de exclusão social e de risco, que possam atingir crianças de 4 a 5 anos.

Reforçamos que é importante que a sociedade como um todo desperte um cuidado especial para essa faixa etária, que é uma das mais vulneráveis. Além das famílias não poderem contar com atendimento no contraturno escolar (com o agravante que muitas famílias são uniparentais e a mãe é quem provém o sustento da casa), segundo dados do Ministério da Saúde, entre 2011 e 2017, entre as crianças, o maior número de casos de violência sexual acontece com crianças entre 1 e 5 anos (51,2%)”, esclarece Agnaldo Vieira, coordenador do Centro de Educação em Saúde da Fundação Julita. 

 

Doação de Imposto de Renda transforma vidas

Todo o início de ano algumas obrigações batem à porta, como fazer a Declaração do Imposto de Renda para Pessoa Física. Neste ano, sua declaração pode fazer a diferença!

No ato da declaração é possível destinar até 3% do imposto de renda devido para o Projeto de Saúde Nutricional que garante o acesso à alimentação saudável para crianças, adolescentes e jovens beneficiados pelos projetos sociais da Fundação Julita.

 Após concluir a declaração, é necessário preencher uma carta para reafirmar a intenção da doação e enviá-la para a Fundação Julita com cópia para o Condeca. Também é preciso enviar uma cópia do pagamento do DARF para a emissão do recibo. Envie a carta e o recibo do DARF para os e-mails:  destinacao.condeca@seds.sp.gov.br e parcerias@fundacaojulita.org.br

Se preferir, pode enviar ambos por correspondência, para os endereços:

Fundação Julita - A/C: Célia Hara - Rua Nova do Tuparoquera, 249 - Jardim São Luís - cep: 05820-200 - São Paulo - SP

Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONDECA Rua Antônio de Godoi, 122 – 7º andar – Santa Ifigênia - Centro - cep: 01034-000 – São Paulo - SP

BAIXE AQUI o modelo da Carta

Acesse o passo a passo para a Doação

Dúvidas ou para solicitar o envio do passo a passo por e-mail, escreva para: parcerias@fundacaojulita.org.br ou comunicacao@fundacaojulita.org.br

 Projeto de Saúde Nutricional da Julita

 O projeto tem como objetivo central o cuidado com a saúde nutricional, tendo como transversalidade a alimentação saudável. A saúde nutricional pode influenciar o desenvolvimento integral e o aprendizado, impactando toda a vida.

As ações na Fundação Julita acontecem em várias vertentes:

 - Mudança de hábitos alimentares, com palestras com pais e responsáveis;

- Atividades pedagógicas com os educandos (oficinas alimentares, palestras);

- Atividades com a equipe da cozinha para a qualificação das refeições servidas na organização;

- Elaboração de novos pratos, com a valorização de produtos orgânicos;

- Preparação de cardápio nutricional diversificado, elaborado por uma nutricionista e uma lactarista.

 

Quer saber mais sobre doação de IRPF?

 Fique ligado nas nossas redes, pois vamos esclarecer dúvidas sobre esse tipo de doação :)

Facebook  //  Instagram


Doação de Imposto de Renda transforma vidas
Fundação recebe mais de 300 pais na adaptação da creche

Fundação recebe mais de 300 pais na adaptação da creche

O Programa Castanheira da Fundação Julita, que beneficia 335 crianças de 4 meses a 3 anos, iniciou as atividades de 2019 reforçando os vínculos de convivência entre crianças, pais/responsáveis e organização.

 Nos primeiros dias de fevereiro aconteceu o período de adaptação, que reuniu 386 pessoas entre pais/responsáveis e familiares das crianças.

 Os encontros foram harmoniosos e dinâmicos com diversas atividades: grupos de funcionários da Fundação foram apresentados aos pais, como forma de mostrar quem são as pessoas que estão no dia a dia em contato com as crianças; aconteceram os momentos de acolhimento, onde as famílias puderam conhecer as salas de aula, os espaços de brincadeiras. Também foram feitas apresentações das crianças, como forma de criar vínculos afetivos entre os colegas, e aconteceram conversas individuais, para conhecer melhor a rotina familiar.

 Os pais são peça fundamental para o desenvolvimento das crianças

 A prática da Shantala (técnica de massagem indiana que traz uma série de benefícios aos bebês), roda de cantigas e construção de boneco de TNT ou massinha de modelar também integraram os encontros.

 O processo de adaptação é algo que tratamos com muita seriedade. Além do trabalho realizado com as crianças, neste processo é fundamental saber lidar com os pais, que também estão vivenciando todas as novidades, o que pode ocasionar ansiedade ou insegurança. Estamos falando de bebês que estão saindo pela primeira vez do âmbito familiar. Em nosso primeiro contato direto com as famílias acolhemos suas expectativas e angústias. Este processo de mudança e empoderamento fazemos juntos!  A forma como as crianças e suas famílias se sentem acolhidas e seguras contribuirá para o desenvolvimento físico, motor, cognitivo, emocional e social dos pequenos. Por isso, precisamos desta parceria em prol deles”, explica Carolina Regina Souza, coordenadora do Programa Castanheira da Fundação Julita.

 Durante o ano, o Programa promove uma série de encontros com os pais e responsáveis das crianças beneficiadas, a fim de promover a integração familiar e conscientizar as famílias de sua importância para o desenvolvimento infantil. Entre as ações estão reuniões, eventos comunitários, encontros de família e a participação dos país na avaliação dos indicadores de qualidade da primeira infância.

 

 MUITA LUZ NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O Programa Castanheira busca sempre trazer inovações que ajudem no desenvolvimento integral das crianças, e uma das novidades deste ano é o solário nas salas dos bebês.

 

 É saudável que as crianças tomem sol. E, como os bebês passam muito tempo em sala porque ainda não conseguem andar, os solários irão ajudar neste processo. Eles terão contato com a luz do sol de forma segura e confortável, até que tenham idade para explorarem a área externa do espaço”, comenta Flávia Cremonesi, coordenadora do Centro de Educação Ambiental da Fundação Julita.

 

Capacitação de coordenadores é foco na Fundação

No ano passado, a equipe de coordenação da Fundação Julita passou por uma formação de liderança promovida pela empresa LidLab.

O treinamento teve início em fevereiro e foi até agosto. Seis meses depois, alguns dos nove coordenadores de Programas, Centros e Setor Administrativo da Fundação Julita, que participaram da jornada, relatam o que ficou da experiência e o que está sendo colocado em prática:

Priorizar o que é relevante

A gestão do tempo mudou a minha vida. Aprendi a priorizar o que é relevante, entre o que é urgente e o que é importante. Isso ajudou muito no planejamento das demandas. A formação com a LidLab também me capacitou para a liderança, para a comunicação com a equipe, tomada de decisão, resolução de conflitos. Aprendi a ser mais aberta para novas propostas, criando mais metas e fazendo mais registros. Utilizei ferramentas para pensar planejamento e abordagem. Por exemplo, em alinhamentos com a agora mudei a abordagem: eu ouço mais, tento entender a situação antes de propor mudanças”. (Evelyn Inouye, coordenadora do projeto ‘Alimentação Saudável’ da Fundação)

Autoconhecimento e planejamento

Quando penso o que ficou da aprendizagem lembro do conceito ‘Estilos de Comunicação´, que me ajudou a me conhecer melhor, como reajo normalmente e quando estou sob pressão. Ajudou no autoconhecimento. Outra coisa que ficou é poder dizer não, entender que não dá para fazer tudo, sempre. Ajudou muito no planejamento e na organização das atividades diárias e, quando não consigo fazer algo, ajudou a entender o que posso fazer para propor ao grupo alternativas para melhorarmos o planejamento no processo”. (Janaina Aparecida, coordenadora do Programa Araucária)

Aprender a delegar

Com a formação percebi que não preciso dar conta do trabalho sozinha. Com os exercícios e aprendizados percebi que é preciso um time para o trabalho fluir. Aprendi a delegar, agora sei fazer isso! Também aprendi a fazer o que é possível. Exercitei o olhar sistêmico”. (Carolina Regina dos Santos, coordenadora pedagógica do Programa Castanheira)

Gestão do Tempo

Da formação, destaco a gestão do tempo, que me fez colocar no papel todos os meus afazeres para priorizá-los. Como consequência, meu dia a dia se tornou mais organizado e otimizado. Também fez todo o sentido o conceito ‘Estilos de Comunicação’, que me fez enxergar a maneira que cada pessoa se expressa e entendê-las melhor”. (José Eduardo Haddad, de Avaliação de Projetos)

Lidlab na formação de lideranças

A Formação em Lideranças promovida pela LidLab teve seis passos, utilizando metodologias Cognitivas Comportamentais, Neurociência Social e Neurocoaching. Entre os temas e conceitos trabalhados estão:  Gestão do Tempo, Motivação, Modelo SMART, MBTI e Estilos de Comunicação. Para a formação de líderes, a empresa utiliza os conceitos mais modernos de Neurociência. Saiba mais em: http://www.lidlab.com.br/

Capacitação de coordenadores é foco na Fundação
Fundação inaugura auditório comunitário

Fundação inaugura auditório comunitário

O Espaço irá beneficiar 2.400 pessoas da comunidade gerando impacto social.

Em parceria com a Fundação Elijass Gliksmanis, a Fundação Julita concluiu a reforma do auditório da organização, que passa a ser um espaço multiuso; adequado para abrigar os mais diversos eventos: reuniões com familiares, apresentações culturais, encontros de fóruns comunitários, formações para educadores e atividades pedagógicas para o público beneficiado.

Com a reforma, a expectativa é que o espaço beneficie 2.400 pessoas por mês. Com isso, pode-se afirmar que o auditório multiuso da Fundação terá um grande impacto social na vida dos moradores da comunidade beneficiada pela organização.

O espaço traz comodidade, acessibilidade, segurança, acústica e condições térmicas do ambiente para abrigar atividades educativas, culturais e de mobilização e articulação política, sobretudo potencializando as reuniões e os encontros de famílias com uma vertente educativa: com informações socioassistenciais e em relação à saúde e ao desenvolvimento das crianças, jovens e idosos”, informa Jânio de Oliveira, gestor geral da Fundação.

O objetivo é que o espaço se torne agregador e multiplicador de boas práticas sociais em benefício da comunidade do Jardim São Luís e bairros do entorno.

 

Fundação reafirma seu compromisso social em 2019

Continuando na luta pelo acesso a direitos por todos os cidadãos.

A Fundação Julita retorna as suas atividades diárias, que beneficiam desde a primeira infância até a terceira idade. Clique aqui e conheça todos os projetos.

 Para iniciar, todos os colaboradores (educadores, funcionários e coordenadores) da Fundação participaram da primeira formação pedagógica do ano, com a apresentação de novos colaboradores, seguido de um bate-papo sobre as questões sociais da comunidade.

 A reflexão coletiva teve o objetivo de direcionar a linha de atuação que a organização seguirá neste ano, abordando temas ligados à Declaração Universal dos Direitos Humanos - adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), que acaba de completar 70 anos:

 A Fundação Julita nasceu da luta pela garantia de direitos por meio da política da assistência social, que é uma política pública voltada aos cidadãos cujos direitos não são respeitados, como o direito à saúde, educação, oportunidades de emprego e renda, à moradia. Por isso, reforçamos, mais uma vez, nosso papel social enquanto organização que atua com famílias em situação de vulnerabilidade social”, explica, Jânio de Oliveira, gestor geral da Julita.

ANOTE NA AGENDA

Neste ano teremos muitos eventos abertos à comunidade:

Dia 09/03 – Bazar + FeiJu

Dia 11/05 – Bazar + FeiJu

Dia 08/06 – Festa Junina da Julita

De 26/07 a 30/07 – Programação Especial - “Férias na Julita”

Dia 10/08 – Bazar + FeiJu

Dia 21/09 – Festival da Primavera

Dia 05/10 – Bazar + FeiJu

Dia 30/11 – Encontro Cultural

Dia 07/12 – Bazar + FeiJu

 *Programação sujeita a alteração.

 SIGA, COMPARTILHE, MARQUE OS AMIGOS

Acompanhe o dia a dia da Fundação Julita nas redes sociais e fique por dentro dos cursos, novidades, eventos e boas notícias da Fundação.

Facebook 

Instagram 

YouTube 

LinKedIn 

Fundação reafirma seu compromisso social em 2019
ABCasa Social é a nova parceira da Fundação

ABCasa Social é a nova parceira da Fundação

Parceria trará novas propostas para curso profissionalizante

A Fundação Julita anuncia parceria com a ABCasa - Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes, Utilidades Domésticas, Festas e Flores que irá beneficiar os educandos do curso de Assistente Administrativo da organização, trazendo novas propostas como palestras com a temática em comércio e a possibilidade de inserção no mercado de trabalho.

Desde 2012, o curso de Assistente Administrativo acontece graças à parceria com o Instituto George Mark Klabin (IGMK). Agora, essa nova parceria, com a ABCasa, vai proporcionar atividades práticas e teóricas ministradas por especialistas em comércio que irão abordar temas como: e-commerce, logística, gestão de redes sociais, produção de eventos, atendimento ao cliente, oratória, entre outros; buscando trazer mais elementos para a capacitação profissional dos jovens.

“Pensamos em trazer para o curso tópicos voltados para o que o nosso associado precisa. A ideia é dar oportunidade para esses jovens já saírem com emprego garantido e com a esperança de um futuro de sucesso”, afirma Cássio Berbari, da Porcelana e Cia, um dos associados da ABCasa Social.

 Além da aproximação com o mercado de trabalho, a nova parceria irá criar um banco de oportunidades de emprego. Após a conclusão do curso, os educandos terão os currículos cadastrados e disponibilizados para todos os associados da ABCasa: fabricantes, importadoras, distribuidoras e artesãos nos segmentos de objetos de decoração, utilidades domésticas, móveis e artigos para casa em geral.

 CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

 O curso de Assistente Administrativo da Fundação Julita beneficia anualmente 80 jovens, oferecendo capacitação profissional para o mercado de trabalho, incentivando o empreendedorismo e apresentando novas relações de trabalho. A capacitação também tem como parceiro o Instituto George Mark Klabin (IGMK).

 UM SALTO PARA O FUTUTO

 Se você tem a partir de 16 anos e deseja participar do curso de Assistente Administrativo da Fundação Julita, clique aqui e inscreva-se para o segundo semestre.

 

 

 

Fundação Julita forma 147 jovens no último semestre de 2018

Ao todo, neste ano 299 jovens e adultos se formaram nos cursos de preparação e qualificação para o mercado de trabalho.


No último dia 14 de dezembro, 147 educandos dos cursos: Gestão Para o Comércio  e Assistente Administrativo – da Escola Empreendedora, Gestão de Alimentos e Técnicas Administrativas (Centro de Juventude), do Programa Paineirase formaram no último semestre de 2018.

Ao todo, neste ano 299 jovens e adultos se formaram nos cursos de preparação e qualificação para o mercado de trabalho.

Em uma celebração da etapa concluída, a cerimônia contou com as presenças de amigos, familiares dos formandos, educadores, coordenadores e gestão geral da Fundação. Após esse ciclo, os jovens que optarem podem continuar no Programa Jovem Aprendiz, da Fundação Julita, e serem direcionados para trabalhar como jovens aprendizes em empresas parceiras, dando início à sua trajetória no mercado de trabalho.

CONHEÇA A EXPERIÊNCIA DE ALGUNS EDUCANDOS 

Eu entrei na Julita esse semestre e desde então eu mudei muito! Estou mais estudioso e feliz! Eu gosto das aulas de Educação Ambiental, Gestão de Alimentos, informática, esporte”. – Leonardo Santana, 15 anos, aluno do curso Gestão de Alimentos da Julita, cuja família está há dois anos e meio em São Paulo. Eles vieram da Bahia em busca de melhores condições de vida.

 Foi uma oportunidade de conhecer gente nova, trabalhar em equipe, montar uma empresa. Nós fizemos coisas que eu não imaginava que conseguiríamos fazer.  É uma experiência muito gratificante; para muitos, a única na vida.!“ – Raquel Oliveira, 16 anos, educanda do curso Gestão de Alimentos da Julita.

 Eu fiz o curso Assistente Administrativo da Julita na sequência entrei no Gestão Para o Comércio visando dar continuidade na minha formação. O curso atendeu minhas expectativas, foi muito bacana! Agora eu pretendo cursar faculdade de Tecnologia da Informação”, comenta, Mateus Brandão, 18 anos, educando do curso Gestão Para o Comércio e ex-educando do curso Assistente Administrativo.

FORMAÇÃO TÉCNICA

 A formatura é a última etapa dos cursos. Antes, os educandos precisam desenvolver uma mini-empresa (desde o planejamento, marketing até projeção de vendas etc.). No caso do curso do Programa Paineira, com especificidade em Gestão de Alimentos, as vendas acontecem de fato. Eles produzem e vendem os produtos em um dos eventos da Fundação – Encontro Cultural ou Festa Junina, dependendo da época do ano. Depois, os grupos apresentam os projetos de conclusão de curso para uma banca de educadores, gestores da organização, apoiadores e empresários parceiros.

FORMAÇÃO DIFERENCIADA

Todos os cursos de preparação para o mercado de trabalho da Fundação Julita abrangem diversas faixas etárias. Com uma formação diferenciada, os educandos têm experiências e vivências que contribuem com a leitura de mundo, formação integral e projeto de vida.

Tecnologia para mulheres

 Educandas da Fundação Julita, beneficiadas pelo Programa Paineira (formação para o mercado de trabalho), participaram do workshop #SerMulherEmTech, organizado por Cecília Marshall. Com a missão de inspirar meninas a conhecerem e a ingressarem na carreira de Tecnologia da Informação, o #SerMulherEmTech trouxe várias profissionais da área. Saiba mais aqui.

 Juventudes em Foco

 Nossos jovens participaram do evento "Juventudes em Foco", no Sesc Campo Limpo, que contou com a participação do Rincon Sapiência e debateu  produção cultural de jovens da periferia.

Projeto de vida

Nossos jovens do Programa Paineira participaram da 1ª turma do Programa Competências para a Vida, da United Way BrasilDurante o curso os educandos tiveram apoio na definição de objetivos e de um projeto de vida, as atividades em grupo ajudaram no desenvolvimento das competências imprescindíveis a uma boa inserção na vida produtiva.

Oficina de Escrita

 A turma de Gestão para o Comércio teve uma aula prática "Palavras em Construção: Foco Conto Curto" com o Plínio Camillo, escritor e educador social. Durante a atividade os alunos tiveram a oportunidade de conhecer dicas e técnicas eficazes sobre a escrita criativa 

Ampliação de Conhecimento e contato com o mercado

Nossos jovens conheceram o funcionamento e a estrutura do Tribunal de Justiça de São Paulo, que é o maior Tribunal do mundo em volume de processos.

Nossos jovens participaram de um curso sobre higiene e microbiologia, no Museu de Micro Biologia do Instituto Butantan. O Centro de Educação Ambiental da Julita levou os educando. Para conhecer mais sobre nosso Centro Ambiental, clique aqui

Colaboradores da Unisys Brasil palestraram para os jovens do Programa Paineira. Temas como mercado de trabalho e entrevistas de emprego foram abordados, além do compartilhamento de experiências profissionais. 

Fundação Julita forma 147 jovens no último semestre de 2018
Obrigada por contribuir com uma sociedade melhor

Obrigada por contribuir com uma sociedade melhor

O ano de 2018 foi sem dúvida muito desafiador. Certamente o mesmo valerá para o próximo ano, mas temos a certeza que se estivermos juntos, unidos em torno de um mesmo propósito,

conseguiremos fazer moinhos de ventos e contribuir para uma sociedade melhor.

Quando os ventos de mudança sopram; umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de ventos” – Érico Veríssimo

Gostaríamos de desejar Boas Festas e agradecer de coração pela parceria em 2018, com a esperança que possamos estar juntos novamente em 2019, em benefício de crianças, jovens e idosos em vulnerabilidade social.

Aproveitamos para compartilhar nossas conquistas em 2018. Vamos celebrar!

» Entre 2.500 organizações, a Fundação Julita foi eleita pelo Instituto Doar e Rede Filantropia uma das 100 melhores ONGs de 2018.

 » Realizamos ações voluntárias com mais de 13 empresas, reunindo mais de 450 voluntários corporativos.

 » A metodologia do Programa Castanheira (Centro de Educação Infantil) foi novamente tida como referência no território, sendo que as práticas em Educação Ambiental foram apresentadas no Sesc Campo Limpo.

 » Tivemos a ampliação do benefício ao Projeto Ipezinho, com o Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo, incluindo o atendimento de uma psicopedagoga.

 » Conveniamos dois projetos com o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FUMCAD) da Prefeitura de São Paulo, garantindo sustentabilidade para os Centros de Educação Ambiental e Centro de Educação pelo Esporte. O primeiro por intermédio da empresa Samsung.

 » Tivemos novas empresas parceiras do Jovem Aprendiz, contratando nossos jovens:  Arrow, Cescon Barrieu e Sob Schurter.

» Salvador Arena – renovação do Programa Alimentação Complementar para entidades sociais - PACES

  » Fundação Elijass  Gliksmanis - doação para a reforma do auditório

 » Terminamos o ano com 40 aprendizes trabalhando em empresas parceiras, um aumento de 11% em relação a 2017.

 » Sete jovens foram efetivados nas empresas parceiras, após a jornada como aprendizes.

 » Parceria com o Instituto Pinheiro viabilizou novas aulas para a terceira idade: de dança, costura e informática.

 » Realizamos o 1º Festival Terceiro Sinal, para refletir sobre os direitos dos idosos, com participação de 400 pessoas.

 » Formações em Comunicação não-Violenta e em PRC (Prática de Respiração e Concentração) foram estratégias para a Cultura de Paz.

 » Acolhemos 95 estagiários de nutrição, psicologia e biologia.

 » Realizamos 4.115 atendimentos em psicologia, psicopedagogia, nutrição e enfermagem pelo Centro de Educação em Saúde.

 » Renovamos a parceria com Fundação Prada, Fundação Crespi-Prado, Instituto Mahle e Instituto George Mark Klabin.

 » Projeto “Comunidade em Movimento” recebeu apoio do Senac e da Fundación Mapfre, beneficiando 2.200 pessoas, da primeira infância a terceira idade. Dez jovens beneficiados pelo projeto estão na universidade de Educação Física.

 » Parceria com o Instituto Hurra! traz o aprendizado do Rugby para a comunidade.

 » Centro de Educação Ambiental inaugura sede ambiental, com banheiro seco, cisterna, auditório construído com técnicas sustentáveis e demais tecnologias permaculturais.

 » Sede ambiental ganha a chancela “Salas Verdes”, do Ministério do Meio Ambiente.

 » Conquistamos a meta da Campanha de Crowdfunding “Biblioteca para Todos”, possibilitando a continuidade das atividades de nossa biblioteca comunitária por mais um ano.

 » Lançamos um site novo com tecnologia responsiva e página de pagamento de doações automatizada.

 

Fundação Julita é uma das 100 melhores ONGs do Brasil

Organização é reconhecida como uma das 100 melhores ONGs do país, de acordo com os padrões de gestão e transparência.

No último dia 01 de novembro, a Fundação Julita recebeu a premiação “Melhores ONGs 2018”, uma iniciativa do Instituto Doar e da Rede Filantropia, que seleciona as 100 melhores organizações sociais do Brasil.

Com o intuito de valorizar as organizações filantrópicas, o prêmio “Melhores ONGs” avalia critérios como gestão e transparência, elegendo as “100 melhores ONGs do país para se doar”. É o prêmio mais importante do Terceiro Setor, recebendo divulgação na Revista Época e outras mídias da Editora Globo e veículos parceiros.

Foram mais de 2.500 inscrições para concorrer à premiação, sendo que a Fundação Julita ficou entre as 100 melhores. No Brasil, estima-se que existam mais de 800 mil instituições sem fins lucrativos.

Clique aqui e confira a lista de ONGs premiadas

EMPODERAR PARA TRANSFORMAR

A Fundação Julita dedica esse prêmio a todos os seus funcionários, colaboradores, voluntários, parceiros e amigos que ajudam no desenvolvimento do trabalho da organização.

Todos os dias mais de 1.200 crianças, adolescentes, jovens e idosos são beneficiados diretamente pelos projetos sociais da Fundação.

A organização fica imensamente feliz com a premiação que ajuda a fortalecer nossa luta diária!

Ajude-nos a divulgar essa vitória, da qual você faz parte!


Fundação Julita é uma das 100 melhores ONGs do Brasil
Equipe da Educação Infantil participa de curso de “Comunicação Não-Violenta”

Equipe da Educação Infantil participa de curso de “Comunicação Não-Violenta”

Prática estimula a empatia e impacta diretamente os beneficiados da Fundação.

Reunidos em círculos e trocando experiências, a equipe do Programa Castanheira (Centro de Educação Infantil - CEI) – educadoras, educadores e equipe operacional – participaram neste ano de um curso de Comunicação Não-Violenta (CNV), com a facilitadora Camila Goytacaz, que é jornalista, pós-graduada em Comunicação Institucional, professora de Comunicação e Liderança na FGV-SP além de autora do livro “Até Breve, José”.

 A CNV é um processo de pesquisa contínuo pensado e desenvolvido pelo psicólogo, Marshall Rosenberg, como um conceito de comunicação capaz de estimular a compaixão e a empatia nos mais diversos tipos de relacionamentos. É uma das ferramentas para a promoção da Cultura de Paz.

Há 7 anos eu trabalho com a prática da Comunicação Não-Violenta em cursos, feiras, retiros e workshops, sempre reforçando que começamos a praticar a não violência a partir de nós mesmos e, assim, aprendemos a nos conhecer e a nos cuidar melhor, a nos comunicar conosco e com o mundo a partir de um lugar de sentimentos e autenticidade, em que nos apoiamos na confiança, no apoio mútuo e na ação colaborativa e cooperativa”, explica Camila Goytacaz.

“Prezar pelo acolhimento e empatia” 

Diante da importância do conceito da Comunicação Não-Violenta, a Fundação fortalece a sua linha de atuação pedagógica, como sintetiza Carolina Souza, coordenadora do Programa Castanheira, que beneficia 335 crianças de 04 meses a 5 anos e meio.

Lidamos de perto com a riqueza e a diversidade das famílias. Buscamos sempre melhorar nossas interações e convivência com elas, prezando sempre o acolhimento e a empatia. Diante disso, percebemos que a CNV contribui nas ações das educadoras com as crianças e suas famílias”, analisa.

Por uma educação humanizada

 Durante os encontros de Comunicação Não-Violenta, a equipe pode compartilhar fatos vivenciados no dia a dia, o que ajuda na resolução de conflitos e na busca de alternativas.

E essa busca por uma nova perspectiva é central para o desenvolvimento de uma base educacional que entenda a realidade do território, com suas dificuldades, desafios e potencialidades. 

“É enorme e notável o interesse dos educadores por essa ferramenta tão poderosa que melhora relacionamentos e comunicações. Todos têm sido muito participativos, atentos, engajados e generosos com o grupo e comigo durante o workshop. Especialmente em um ambiente tão dedicado à primeira infância e à adolescência, em uma região que precisa tanto de todas as ferramentas possíveis para tornar o acolhimento, o dia a dia, o trabalho e a prática com crianças mais amorosa e fluída. A CNV chega como um excelente recurso, tanto no sentido de ser aplicado no dia a dia, como em seu âmbito inicial, onde ela verdadeiramente começa, que é no autoconhecimento”, esclarece Camila, facilitadora da CNV.


A construção de uma sociedade que se respeita

Em um momento histórico onde casos de intolerância e violência atingem diversas camadas da sociedade, a CNV é uma alternativa real para mudanças:

Considero fundamental que a não-violência e as ferramentas de comunicação baseadas nesse método estejam presentes em todos os níveis estruturais e organizacionais da sociedade. Pois, se a violência existe e se reproduz de forma sistêmica em todas as esferas sociais, é absolutamente necessário que também o seu antídoto - a não-violência - também seja igualmente vista, reconhecida, apresentada, praticada e enraizada em todos os níveis, a partir do pessoal, para então transformar a interação entre pessoas. Em seguida, entre grupos; depois, entre núcleos e organizações e, assim, progressivamente crescendo e se fortalecendo, até finalmente nos impactar de forma sistêmica, como sociedade. Eu acredito que isso é possível, que já está acontecendo a busca e a mudança para que possamos viver mais harmoniosamente, de forma igualitária, justa, saudável e conectada”, conclui a facilitadora.

  

Encontro Cultural da Julita incentiva a economia local

No último dia 01 de dezembro, a Fundação Julita realizou o Encontro Cultural 2018 – Território de Possibilidades – com um público estimado em 1.500 pessoas.

O evento que teve como base o fortalecimento do território através da valorização da cultura, arte e economia local, reuniu 22 expositores da comunidade. Destes, treze empreendedores são ligados ao artesanato, literatura, design, moda, sustentabilidade, produtos orgânicos, tatuagem, cosméticos artesanais e 9 empreendedores, do ramo da gastronomia. Além disso, diversos coletivos e artistas musicais se apresentaram.

Para completar, educandos do curso Gestão de Alimentos, do Programa Paineira da Julita(formação de jovens para o mercado de trabalho), criaram miniempresas de alimentos e venderam os produtos no evento, como trabalho de conclusão do curso; os educandos do Programa Ipê-Amarelo realizaram a intervenção cultural "Museu do Futebol: Bebendo de outras Fontes"; organizaram a exposição "Violência doméstica e feminicídio"; organizaram  uma "Mini Copa" com o time trans Meninos Bons de Bola; as educadoras do Programa Castanheira fizeram a Contação de História: "Viajando pela África"; educandas do Programa Jovem Aprendiz da Julita fizeram grafite; o Centro de Educação Ambiental e o Programa Castanheira fizeram oficina de confecção de colares; ainda aconteceram: roda de capoeira, oficina de pintura em papel, oficina de tintas naturais; oficina de "Música Sample", com Luiz Ricas. 

Com isso, o Encontro Cultural 2018 – Território de Possibilidade – proporcionou uma tarde diferenciada para a comunidade reunindo famílias e amigos em prol do desenvolvimento local, mostrando que é possível adquirir e consumir produtos de qualidade, no próprio bairro, feitos por empreendedores, artistas e artesãos da região, respeitando todo o processo criativo de criação, produção e circulação.

UMA NOVA FORMA DE SER E PENSAR

O Encontro Cultural tem o intuito de fomentar novas formas de economia que, juntas, podem alavancar o desenvolvimento local, como a Economia Criativa e a Economia Solidária. Como a cultura pode influenciar o desenvolvimento local? No Encontro, vimos um retrato de como isso pode acontecer.

A Economia Criativa é um dos setores que mais cresce e rende milhões por ano. É o conjunto de negócios baseados no capital intelectual e cultural e na criatividade que gera valor econômico. Esse mercado criativo estimula a geração de renda, cria empregos e produz receitas de exportação, enquanto promove a diversidade cultural e o desenvolvimento humano. 

A Economia Solidária é um conceito que veio das cooperativas, associações, redes de cooperação. É um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem.

Imagine um grupo de costureiras se unindo para comprar juntas um tecido. Daí, por conta de o pedido ser muito grande, todas conseguem um descontão. Isso é economia solidária!

 "Importante promover alternativas às práticas de economia tradicionais, reconhecendo valores como a cooperação, a criatividade e a identidade dos territórios”, completa o Gestor Geral da Fundação Julita, Jânio de Oliveira.

 AGRADECIMENTOS

Nossa gratidão a todos os expositores, coletivos e artistas que ajudaram a fazer do Encontro Cultural 2018 – Território de Possibilidades – um grande evento!

 Coletivo Mulheres Negras; Aondê;  Rosângela; Além da Lenha; Marilda; Areia Bijoux; Coarte; Adriana; Sebo do augusto; Da Cor da Pele Ateliê; Stúdio Maha Tattoo & Microblading; e-Bairro; Flora Interior – Terapias; Cathedral BurgerDany & Paulos Doces; Doçura Explosiva; Tapioca do Hércio; Rudiefoodie; Coletivo Dedoverde; Luciano; Ângela – (Acarajé); Jorge da Pipoca; Cortejo Nação Julita;  Grupo Cultura Popular Amapense; Apresentação de Dança NCI da Julita; Grupo Espírito de Zumbi; Grupo Raizarte; Samba Rock; Grupo Candongueiros do Campo Limpo; Orquestra de Violões Julita; Chuva de Caju; Soul TriboCassiano Cacique

VOLUNTÁRIOS

Leu DiCampana – Fotógrafo

Confira o álbum de fotos AQUI

Encontro Cultural da Julita incentiva a economia local
Alunas da Julita recebem incentivo para se tornarem profissionais de Tecnologia

Alunas da Julita recebem incentivo para se tornarem profissionais de Tecnologia

Educandas da Fundação Julita, beneficiadas pelo Programa Paineira (formação para o mercado de trabalho), participaram do workshop #SerMulherEmTech, organizado por Cecília Marshall,

que tem uma carreira consolidada na área de Tecnologia da Informação, com Mestrado em Tecnologia Instrucional na Universidade de Bloomsburg, Pensilvânia, nos Estados Unidos, e é líder de marketing na SAP Brasil.


Com a missão de inspirar meninas a conhecerem e a ingressarem na carreira de Tecnologia da Informação, o #SerMulherEmTech trouxe várias profissionais da área: Greyce Gois; Elisa Andrade; Karin Lorena; Cyntia Delabio; Regina Pistelli; Cristiane Vargas; Bartira; Jaqueline Rodrigues; Tatiana Veneroso; Cecilia Marshall; Regina Acher; Ana Laura e Fany Lupion, conselheira da Fundação Julita, que compartilharam seus conhecimentos e experiências, esclareceram dúvidas e mostraram todo um mundo de possibilidades, que existe dentro desse ramo, quebrando o preconceito de que mulheres não entendem ou não gostam de tecnologia.

Para o gestor geral da Fundação Julita, Jânio de Oliveira, “o #SerMulherEmTech é uma importante oportunidade para as jovens da Fundação Julita, a fim de diminuir a distância entre o universo da tecnologia e as jovens meninas das periferias que têm interesse nessa área. Muito mais que isso, é também inspirá-las com a história de mulheres que quebraram barreiras e se tornaram exemplos de sucesso na profissão”.

 

É PRECISO QUEBRAR TABUS

 Em um mundo em que a tecnologia avança a passos largos, a inclusão de mulheres neste segmento é um grande desafio.

Dados apresentados no evento Por um Planeta 50-50: Mulheres e meninas na ciência e tecnologia, realizado pela Serasa Experian em parceria com a ONU Mulheres, em fevereiro deste ano, mostrou que apenas 17% do total de programadores brasileiros são mulheres.

Por isso, trazer esperança e mostrar para meninas de diversas idades que existem infinitas possibilidades dentro do universo da tecnologia é fundamental.

“O mundo da tecnologia é distante das meninas, isso é uma questão até cultural do Brasil, onde meninas são incentivadas a brincar com bonecas, e meninos com joguinhos. Então, o que queremos é plantar uma semente nessas meninas mostrando que é possível construir uma carreira dentro do mercado de tecnologia. E que, por meio dessa carreira, elas podem viabilizar muitos sonhos, com um emprego bem remunerado e estável. Viemos aqui na Julita mostrar que somos mulheres felizes, mulheres da tecnologia e incentivar para que essas meninas também sejam”, explica Cecília Marshall, idealizadora do #SerMulherEmTech.

#Dica: a Fatec da zona Sul fica localizada no Jardim São Luís e oferece curso gratuito de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, mas as vagas nem sempre são preenchidas.

A Fatec fica no endereço Rua Frederico Grotte, 322 - Jd. São Luís - Telefone: (11)5851-8949 - E-mail: secretaria@fateczonasul.edu.br - Site: www.fateczonasul.edu.br

 

 

Encontro de Jovens Monitores reúne gerações

Em torno de 60 jovens participaram do encontro de alunos e ex-alunos do curso “Jovens Monitores em Esporte”. A atividade reuniu gerações de educandos da Fundação Julita.

O projeto “Jovens Monitores em Esporte”, que existe desde 2012, trabalha o projeto de vida dos educandos incentivando o ingresso de jovens da comunidade no curso superior de Educação Física, visando uma formação humanista que posteriormente devolva à comunidade todo o conhecimento acadêmico adquirido em prol do desenvolvimento local.

Com apenas 7 anos de existência, o “Jovens Monitores em Esporte” já beneficiou 162 jovens, sendo que 24 ingressaram na faculdade de Educação Física e 10 jovens, em demais cursos acadêmicos.

O GRANDE DESAFIO ACADÊMICO


A Fundação Julita acredita na missão de incentivar os jovens a ingressarem no ensino superior, diante da necessidade de ter jovens da periferia ocupando as universidades, adquirindo conhecimento e devolvendo para a base, como uma forma de obter mudanças estruturais na sociedade, com mais inclusão, solidariedade e desenvolvimento local.

Porém, muitos desafios são colocados para os jovens da periferia quando o tema se trata de educação formal, o que se repete na questão do ensino superior.

 

Temos o desafio de quebrar algumas construções históricas que prega que o jovem tem que ir para o mercado de trabalho aos 14 ou 16 anos, aceitando qualquer função, e a universidade vai ficando mais distante e difícil. O jovem de periferia, especialmente, é cobrado o tempo todo pela sociedade, muitas vezes pela própria família, de que precisa trabalhar.

Com isso, o estudo acaba sendo deixado de lado”, analisa Jânio de Oliveira, Gestor Geral da Fundação Julita.

Além da falta de apoio das famílias, os jovens relataram no Encontro outras etapas que tiveram que vencer para chegar até a faculdade, como a falta de recursos para pagar a universidade e até mesmo os custos para frequentá-la e também o de completar o ensino médio. Fatores como esses nos levaram a procurar parceiros para o desdobramento do projeto, dando início ao “Comunidade em Movimento”, no qual 10 jovens recebem bolsa-auxílio e 9 deles bolsa-universidade para cursarem Educação Física na Universidade Senac. Em contrapartida, retornam o benefício por meio de monitorias de práticas esportivas que beneficiam 1.200 pessoas da comunidade.

 

HISTÓRIAS DE TRANSFORMAÇÃO


A educação libertadora é a base para transformar pessoas e pessoas transformam a sociedade. Veja os relatos dos jovens que vieram ao encontro:

 

Eu entrei na Universidade de Pedagogia graças à vivência que tive no Jovens Monitores fazendo atividades com as crianças. Eu fui me descobrindo nesse processo de educação”. – Lucas Andrade, ex-educando dos Jovens Monitores, atual educador do Programa Ipê-Amarelo da Julita.

 

Eu sempre quis fazer Educação Física e quando tive a oportunidade de fazer esse curso foi maravilhoso porque pude vivenciar o que seria a minha profissão. Eu ingressei na faculdade e me senti tranquila, eu percebia que alguns colegas de classe tinham dificuldades que eu não tinha porque dentro do Jovens Monitores eu tive uma base muito boa. Tudo que eu planejei no meu projeto de vida está em andamento” – Vanessa Teixeira, ex-educanda do Jovens Monitores em Esporte, atual universitária do curso de Educação Física.

 

 “Eu entrei na faculdade de Educação Física através do Escola da Família onde atuo diretamente com crianças da comunidade. E, com o conhecimento que eu obtive no Jovens Monitores, já consigo mediar atividades nos fins de semana. O projeto, para mim, foi muito importante, até mesmo dentro da faculdade”. – Henrique da Silva, ex-educando do “Jovens Monitores em Esporte”, atual universitário do curso de Educação Física.

 

Estou na Julita há 8 anos, estudo com a minha irmã e nós dois vamos começar a Faculdade juntos. Tudo isso é muito precioso! Por questões financeiras, nós não iríamos conseguir entrar na faculdade, agora seremos os primeiros da família a ingressar na universidade”, Bruno Cunha, estudante de Educação Física pelo projeto Comunidade em Movimento da Julita.

Estou há 10 anos na Julita. Cheguei a entrar na Faculdade em 2015, mas tive que parar. Ano passado tentei de novo cursar e não consegui. Então, quando surgiu essa oportunidade do projeto, eu fiquei muito feliz e pensei: ‘agora chegou a minha hora’! Esse projeto chegou no momento certo! Neste ano eu comecei a estudar”, Jemerson Araújo, estudante de Educação Física pelo projeto Comunidade em Movimento da Julita.

Pareiros

Desde 2012, o curso “Jovens Monitores em Esporte” só foi possível graças a parceiros como a Fundação Prada que acreditou no potencial dos jovens beneficiados. Em 2018, o projeto cresceu com o “Comunidade em Movimento”, contando com a parceria da Fundación Mapfre e do Senac, que financiam, respectivamente, a bolsa-auxílio e a bolsa integral das mensalidades da universidade.

Encontro de Jovens Monitores reúne gerações
Fundação debate o direito dos idosos no Festival Terceiro Sinal

Fundação debate o direito dos idosos no Festival Terceiro Sinal

Um espaço que mostra que envelhecer é saudável. Aqui é uma semente que está sendo plantada, precisamos nos unir e fazer valer o direito do idoso. Mostrar para a sociedade toda a capacidade que temos aqui e multiplicar com outros lugares”.

Foi dessa forma contundente que o Gestor Geral da Fundação Julita, Jânio de Oliveira, abriu a primeira edição do Festival Terceiro Sinal – Pela Garantia dos Direitos Sociais dos Idosos, evento organizado pelo Núcleo de Convivência do Idoso – Programa Araucária – da organização.

No último dia 26 de outubro, cerca de 150 idosos participaram do primeiro dia do Festival Terceiro Sinal.

O evento reuniu especialistas de diversas áreas e beneficiados pela Fundação Julita: Janaina Aparecida, coordenadora do Núcleo de Convivência do Idoso da Julita; Karina Coutinho, psicóloga do Programa Araucária; Agnaldo Vieira, coordenador do Centro de Educação em Saúde da Julita; Gustavo de Paula, técnico da Gerência de estudos e programas sociais (GEPROS) Sesc – SP;  Rafael Guimarães, técnico responsável do Programa de Idosos do Sesc Campo Limpo; Maria Lucia Viana, supervisora do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e Edite da Silva, beneficiada do Programa Araucária, uma das idosas mais antigas da Fundação Julita. O grupo debateu questões relacionadas à garantia dos direitos dos idosos.

Já a mediação da mesa ficou por conta de Elton Victor, professor de teatro do Núcleo de Convivência do Idoso da Julita.

Os participantes abordaram temas diversos como: lazer, cultura, fortalecimento das políticas públicas de assistência social, saúde, vínculo familiar, namoro na terceira idade, entre outros, e esclareceram dúvidas.

Ao final, um grupo de idosas e idosos fizeram uma apresentação de dança Zumba, compondo o especial “Outubro Rosa”, organizada pelo educador Joelmes Ferreira, do Centro de Educação Pelo Esporte da Julita.

FÁBRICA DE CULTURA RECEBE O FESTIVAL TERCEIRO SINAL

Dando sequência ao Festival Terceiro Sinal, no sábado (27/10), a Fábrica de Cultura do Jardim São Luís abriu espaço para diversas apresentações artísticas.

Uma plateia lotada conferiu: Escurinho do Arcodeão, grupo do Sr. Chico – beneficiado pela Fundação Julita; Grupo de dança de idosos do CEU Casa Blanca; Projeção Fotográfica da Teresa Hora (também participante do Núcleo da Terceira Idade da Fundação); Ginástica para Todos do SESC e a apresentação da peça “Reviravolta”, encenada pelos idosos da Fundação Julita.

Escurinho do Arcodeão

Ginástica para Todos do SESC

Grupo de dança de idosos do CEU Casa Blanca

peça “Reviravolta”, encenada pelos idosos da Fundação Julita

peça “Reviravolta”, encenada pelos idosos da Fundação Julita

ENVELHECER COM DIGNIDADE

“O Brasil está se tornando um país que está envelhecendo”; o número de brasileiros com mais de 60 anos superou os 30 milhões em 2017, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). Seguindo este ritmo, em breve, a população idosa deve superar a de crianças e adolescentes.

Diante disso, se faz necessária uma maior atenção para a defesa de direitos da população idosa:

“O nosso papel é justamente trazer as pessoas para participar, debater e fortalecer. Esses idosos representam as nossas raízes. É preciso fortalecer a participação cidadã, o ser político, independentemente da idade, para o fortalecimento das políticas públicas. Nosso papel enquanto organização é o de também contribuir com outros espaços e mecanismos na sociedade para propagar esse fortalecimento. Esse é o momento de formação política do indivíduo”, analisa Jânio de Oliveira, Gestor Geral da Fundação Julita.

Este é o primeiro Festival Terceiro Sinal porque a Fundação Julita pretende promover o evento anualmente para, além das discussões em torno da política, também dar relevância aos trabalhos culturais desenvolvidos pela terceira idade.

AGRADECIMENTO ESPECIAL:

Sesc Campo Limpo, Fábrica de Cultura do Jardim São Luís e Mari Viana ( fotógrafa)

CONFIRA MAIS FOTOS AQUI

Fundação realiza o Encontro Cultural 2018

Exposição de produtos artesanais, shows, danças e comidas a preços acessíveis para todos os gostos são destaques deste grande encontro!

A Fundação Julita realiza o Encontro Cultural 2018 no dia 01 de dezembro, das 14h às 20h, com entrada gratuita.

Com o lema “Território de Possibilidades”, o Encontro Cultural deste ano contará com vários empreendedores locais e produtores culturais da Economia Criativa, que vão expor e vender seus produtos de diversos segmentos, como artesanato, moda, design e sustentabilidade.

Além da exposição de produtos, o Encontro também terá vivências, intervenções, shows, danças e bate-papos sobre o conceito da Economia Criativa, que foca a criatividade, a imaginação e a inovação nos processos de criação, produção e distribuição dos produtos ou serviços. Com isso, a proposta é refletir como a economia criativa e a cultura contribuem para o desenvolvimento local e também fortalecer e divulgar as manifestações culturais do território.

Todos os empreendedores e coletivos convidados são do território do Jardim São Luís e entorno e trazem influências culturais ou familiares em seus trabalhos, o que os tornam diferenciados e influenciadores da cultura e da arte local.

VENHA CONHECER E DESCOBRIR O QUE PODEMOS FAZER JUNTOS!

Em breve teremos a lista com todos os expositores.

DIVERSIDADE DE ATRAÇÕES

O Encontro Cultural 2018 terá uma programação diversificada para entreter famílias e pessoas de todas as idades da comunidade.

Divididos nos eixos especiais; teatro e danças artísticas, dança de salão, design e sustentabilidade, música, étnico político e literatura, haverá atividades, vivências, intervenções, música ao vivo e dança, além da feira de exposição de produtos.

Além disso, o evento terá uma parte gastronômica com diversas opções de comidinhas, inclusive veganas e vegetarianas, a preço acessível.

EM BREVE PROGRAMAÇÃO COMPLETA

#encontrocultural2018

SERVIÇO
ENCONTRO CULTURAL 2018
DATA: 01 de Dezembro de 2018
HORÁRIO: 14h às 20h
LOCAL: Fundação Julita – Rua Nova do Tuparoquera, 249 – JD São Luís.
Classificação LIVRE
*Não é permitida a entrada e o uso de bebidas alcoólicas

 

Fundação realiza o Encontro Cultural 2018
Fundação recebe

Fundação recebe "Selo Casa Verde" do Ministério do Meio Ambiente

Reconhecimento atesta a qualidade do trabalho desenvolvido pelo Centro de Educação Ambiental da Fundação Julita.


Centro de Educação Ambiental da Julita recebeu o “Selo Casa Verde”, do Ministério do Meio Ambiente(MMA). Com isso, o MMA reconhece a relevância e certifica que o projeto da Fundação Julita está alinhado com as diretrizes e os objetivos da Política e do Programa Nacional de Educação Ambiental.

A partir de agora, o Centro de Educação Ambiental da Fundação passa a integrar uma rede das chamadas “Casas Verdes” espalhadas pelo Brasil, clique aqui e confira a listagem.

O ‘Selo Casa Verde’ ajuda a estimular as ações de educação ambiental em espaços formais e não formais. As salas recebem materiais didáticos, com o intuito de apoiar a educação ambiental, e são encaminhadas informações sobre editais e cursos à distância para educadores. Embora não haja um apoio financeiro, esse reconhecimento institucional é de suma importância”, explica Flávia Cremonesi, coordenadora do Centro de Educação Ambiental da Julita.

FORTALECIMENTO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA COMUNIDADE

O Centro de Educação Ambiental da Fundação existe há 8 anos com um histórico de ações e resultados positivos que impactam a comunidade. Clique e saiba mais

A chancela do “Selo Casa Verde” fortalece e mostra que o caminho trilhado na nossa política pedagógica de educação ambiental está dando certo.Quando enviamos o nosso projeto para o MMA um grupo de técnicos nos avaliou, para certificar se estamos em harmonia com os princípios da política pública de educação ambiental. E nós estamos! O Selo é um instrumento institucional que ajuda a comprovar a qualidade do nosso trabalho. E, para mantê-lo, já que ele é renovável, iremos fazer prestações de contas do trabalho realizado no nosso dia a dia para o MMA”, finaliza Flávia Cremonesi.

SEJA TAMBÉM UM PARCEIRO DO CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA JULITA

Para conhecer o Centro de Educação Ambiental da Julita, trazer sua escola para visitar nossa Fazendinha e as tecnologias sustentáveis implantadas no espaço, e fortalecer os princípios ambientais, escreva para: ambiental@fundacaojulita.org.br


Fundação traz o Rugby para a comunidade

Nova parceria com a Hurra! vai proporcionar formação para educadores e jovens nesta modalidade esportiva.

Centro de Educação Pelo Esporte da Fundação Julita anuncia parceria com a HURRA! – organização social fundada por ex-atletas do Pasteur Athlétique Club (PAC) – equipe ligada ao colégio Liceu Pasteur, que irá proporcionar formação de Rugby para os educadores e para os jovens dos projetos “Jovens Monitores em Esporte” e “Comunidade em Movimento”. A parceria teve início graças a colaboração do  Lucien Belmonte, ex-presidente da Julita, que apresentou a Fundação para o HURRA!.

Essa parceria terá longo prazo; por isso, vamos iniciar em diferentes frentes. Inicialmente queremos que os jovens monitores apliquem a metodologia na Colônia de Férias (evento que acontece nas férias – julho e dezembro, aberto para a comunidade) e organizem ações de monitoria com crianças e adolescentes da Julita, acompanhadas pelos educadores”, explica Regiany Maciel, supervisora do Centro de Educação Pelo Esporte da Julita.

Já a educadora do Centro de Educação pelo Esporte, Juliana Domingos, terá uma turma de iniciação no Rugby aos fins de semana, beneficiando crianças e adolescentes da comunidade. E, posteriormente, a HURRA! disponibilizará um educador para formarmos uma turma semanal no período da noite, que beneficiará os educando da comunidade. “Também iremos analisar outras possibilidades”, complementa Regiany.

RUGBY NA COMUNIDADE

Esporte de equipe, criado na Inglaterra, o Rugby pode ser jogado por homens e mulheres. Cada partida tem dois tempos de 40 minutos, com 15 jogadores em campo e 7 na reserva.

O novo esporte irá ampliar o repertório motor e cognitivo das crianças e adolescentes, além de popularizar uma prática esportiva, que muitas vezes é elitizada, podendo até despertar o surgimento de novos atletas.

Por outro lado, o Rugby também ajuda na inclusão esportiva dos mais variados perfis, como explica Eduardo Pacheco, presidente da HURRA!.:

A HURRA! está presente em mais de 60 escolas da rede pública de São Paulo. E existe uma grande demanda para novas modalidades. O Rugby é especialmente muito aceito, pois se trata de uma modalidade muito democrática já que necessita obrigatoriamente de diferentes biótipos físicos na composição de uma equipe, sendo que todos têm um papel estratégico no jogo. A modalidade que a HURRA! vai levar para a Fundação Julita é ainda mais inclusiva, pois tira o contato físico e permite que meninos e meninas joguem juntos”, explica.

 



 
Fundação traz o Rugby para a comunidade
Fundação participa de roda de conversa no SESC sobre diversidade na infância

Fundação participa de roda de conversa no SESC sobre diversidade na infância

A Fundação Julita foi uma das convidadas a participar do “Ciclo Educar Hoje”, realizado em outubro no Sesc Campo Limpo, com o tema “As diferentes infâncias no território”.

Com o objetivo de apresentar a metodologia de educação ambiental da Fundação Julita na primeira infância, estiveram presentes no evento: a coordenadora do Centro de Educação Ambiental da organização, Flávia Cremonesi, e a coordenadora pedagógica do Centro de Educação Infantil (CEI), Carolina Regina dos Santos Souza.

O evento também contou com a participação do escritor e produtor cultural, Marcelino Freire, e de Paula Beatriz de Souza Cruz, licenciada em Pedagogia e Letras e também a primeira mulher transexual a se tornar diretora de uma escola na rede estadual de ensino na cidade de São Paulo.

Um dos assuntos abordados foi a ausência de espaços de brincar na periferia, sendo que a Fundação tem um espaço privilegiado e único. “Brincar é um direito efetivo e nos foi tirado esse espaço de brincar. Por meio da brincadeira se constrói a identidade, a criança se relaciona com o outro. O brincar é uma ferramenta mágica”, reforça a coordenadora pedagógica do CEI.

Flávia Cremonesi apresentou um conceito interessante ao citar a “Revolução das Picaretas”. “A comunidade é um espaço no qual as crianças não têm quintal. As ruas e as vielas são muito estreitas, sem calçada, e muitas casas não têm sequer janela. As crianças não têm espaço verde por perto. Há pouca vida, é muito árido! A criança até poderia encontrar esse contato com o orgânico na escola. Só que a escola tem colocado cada vez mais grades, em um processo de fechamento. Que tipo de indivíduo a sociedade quer criar assim? É preciso se fazer uma espécie de ‘Revolução da Picareta’: ‘quebrar o chão da escola, devolver a dignidade para as crianças’”, sugere ela.

A coordenadora pedagógica do CEI da Fundação Julita acrescentou: “ o espaço da escola tem muita riqueza cultural, as crianças trazem suas heranças. A escola precisa acolher a família e sua cultura. Em cima disso, é possível trabalhar o crescimento integral, a interação com o diverso, com diversas idades, o interagir com idoso, adolescente. É preciso um olhar sem julgamento, de acolhimento para as famílias, entender o que ela traz e, a partir disso, oferecer outras luzes. Criar junto”.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA JULITA

A proposta do Centro de Educação Ambiental da Fundação Julita é inovadora. Diferentemente do lugar comum de reciclagem, hortas etc., tem como base norteadora a Permacultura, que significa a “a cultura da permanência do homem na Terra”.

A Permacultura busca respostas de como cuidar do planeta, dos seres vivos e, ainda, fazer a partilha justa dos excedentes. Para isso, cria soluções para os ambientes. “Como a Fundação Julita tem um enorme potencial para experimentarmos algumas coisas e eu me deparei, no início da formação, com crianças sem ou com muito pouco contato com a natureza, com aflição de colocar as mãos na terra, percebi que era preciso recuar um pouco, resgatar o contato com os elementos naturais. Assim nasceu a metodologia ‘Os 4 Elementos da Natureza’, na educação infantil, com o objetivo de as crianças vivenciarem os elementos, essa relação do sentir para aprender”, conta Flávia Cremonesi.

A primeira etapa foi a sensibilização dos educadores para vivenciarem os elementos, envolvendo-os em atividades para brincarem com fogo, água, terra e ar. A construção das vivências com as crianças partem da história das educadoras. Em um segundo momento, foi feito um resgate das brincadeiras com os elementos com os pais, a fim de também conseguirmos a aceitação deles.

Atualmente, o projeto de educação ambiental da Fundação Julita é uma metodologia continuada, que vai da primeira infância até a juventude. Flávia finalizou sua fala lamentando o fato de a educação ambiental ter sido retirada do currículo da escola formal como tema transversal. Apontou que é preciso se pensar em um projeto para todas as faixas etárias e que a diversidade é fundamental e não apenas importante. “Como poderemos construir solução para os ambientes? Se acabarmos com a diversidade transformamos tudo em um deserto. Por isso somos um planeta vivo, graças à diversidade”, completou a coordenadora.

Carol encerrou dizendo que “Educação é persistência. O mundo fica à espera do primeiro passo para as coisas melhorarem e temos que dar esse primeiro passo”. O que, antes, poderia parecer utopia quando a educação ambiental chegou na Fundação Julita hoje é realidade: crianças se tornaram agentes ambientais e têm um contato mais próximo à natureza, mais amoroso e cuidadoso com os seres vivos.

OUTRAS VOZES

Com a moderação de Luciano de Souza, Marcelino Freire e Paula Beatriz de Souza Cruz trouxeram outras vozes para o debate. Marcelino ressaltou a importância da literatura em sua trajetória: “compreendi tudo que é singular e diverso pelo contato constante com a escrita e a leitura. Conseguia entender o que tinha nas entrelinhas. A literatura faz com que seu olhar vá além de si, que enxergue outros territórios”.

Com vasta experiência, Paula citou que a educação hoje é voltada para a formação para o mercado de trabalho e que a escola precisa ser reformulada: “A escola não tem espaço para cultura, esporte, para o brincar. A escola precisa estar aberta também aos familiares. Não vamos precisar mais de hospitais ou presídios se tivermos as escolas equipadas de fato, com qualidade. Eu penso que não devemos ficar esperando pelos outros para resolverem nossos problemas (citando os políticos). Se não formos nós para fazer agora, nós que estamos neste espaço, para movimentar, quem vai fazer por nós?”.

Ela também falou da importância da formação em gênero para refletirmos as desigualdades entre homens e mulheres e o respeito às diferenças e diversidades que cada criança representa: “podemos fazer a diferença neste território (educativo) se respeitarmos o individual de cada um. Não permitimos que as crianças falem, queremos que elas sempre fiquem nos ouvindo”, concluiu; colocação que reforça a importância de projetos como o Curumim e o de Educação Infantil da Fundação Julita, que colocam a criança no papel de protagonistas do aprendizado.

CICLO EDUCAR

O Ciclo Educar é uma das ações do Curumim, programa de educação não formal do Sesc São Paulo voltado para crianças de 7 a 12 anos, que, neste ano, traz o tema “As diferentes infâncias no território”, com o objetivo promover uma reflexão acerca das diversas infâncias no território, a importância do convívio e a potência deste diverso na formação de uma comunidade educadora. Teve seu início durante as comemorações dos 30 anos do Curumim, em 2017. Neste ano foi realizado de 9 de maio a 13 de junho em sete unidades do Sesc e, de 4 de setembro a 23 de outubro, será realizado em 15 unidades do Sesc São Paulo.

 


Clube de Ex-Alunos reúne gerações

O Clube de Ex-alunos da Fundação Julita teve início em 2017, a partir da ideia de Luciano Santos, um ex-educando da organização.

Surgiu com a missão de avaliar e implementar processos e ações para estabelecer relacionamento com atuais alunos e resgatar contato de ex-alunos, a fim de promover a cultura da doação, seja ela de tempo, recursos ou dedicação de algum talento em prol da comunidade.

A prática da gratidão precisa ser incentivada no Brasil, como uma forma de retornar o benefício à organização social que nos apoiou”, conta Luciano, mentor do Clube, que hoje trabalha e mora nos Estados Unidos. Sendo assim, pretende-se criar um círculo virtuoso de sustentabilidade.

Baseado nesses objetivos, o Clube de Ex-alunos realizou nos últimos meses encontros divididos em momentos diferentes:

– Com ex-alunos que acabaram de terminar os cursos na Julita;

– Com pais e mães de atuais alunos, que já foram educandos da organização.

FORMAÇÃO CONTÍNUA

Esses encontros de gerações de ex-alunos foram momentos valiosos, nos quais o sentimento de gratidão por tudo o que cada um recebeu da Julita ficou bem evidente.

A proposta foi bem aceita por todos e agora estamos em busca da adesão e envolvimento de mais ex-alunos”, comenta Célia Hara, coordenadora da área de Parcerias e Relacionamento da Fundação.

CONFIRA AS FOTOS E ALGUNS DEPOIMENTOS QUE SURGIRAM NO MOMENTO DOS ENCONTROS:

Eu fui criança do Programa Castanheira (creche) e me lembro muito das atividades ambientais que eram feitas aqui. Isto me marcou muito e vejo que o mesmo conteúdo é passado ao meu filho, o respeito a natureza, e fico muito feliz com isso”, Robson da Silva Monteiro.

O respeito à diversidade sempre foi colocado aqui entre os educandos e suas famílias e continua sendo valorizado. Aqui todos são iguais”, Karina Aparecida da Cunha.

A alimentação é algo que, na minha época, era pensado com carinho pelos coordenadores e hoje aumentou ainda mais. Há uma preocupação constante com a alimentação saudável e a boa alimentação integrada com a boa saúde”, Renata Cunha.

É EX-ALUNO DA JULITA? NÃO PERCA O PRÓXIMO ENCONTRO!

Quer participar do próximo encontro?

Não perca, pois pode ser o último do ano e será especial!

Entre no grupo do Clube de Ex-alunos no Facebook ou escreva para leidyla@fundacaojulita.org.br

 

Clube de Ex-Alunos reúne gerações
Creche compartilha metodologia de leitura

Creche compartilha metodologia de leitura

Em setembro, a Fundação Julita sediou um encontro formativo com o objetivo de promover a troca de saberes entre gestores de unidades de educação infantil.

Reunindo seis CEIs (Centros de Educação Infantil) e duas EMEIs (Escolas Municipais de Educação Infantil), que oferecem os serviços no território.

Em setembro, a Fundação Julita sediou um encontro formativo com o objetivo de promover a troca de saberes entre gestores de unidades de educação infantil, reunindo seis CEIs (Centros de Educação Infantil) e duas EMEIs (Escolas Municipais de Educação Infantil), que oferecem os serviços no território.

A ideia de fazer encontros formativos partiu do supervisor da Diretoria Regional de Educação, Luiz Oswaldo de Paula, a fim de estimular práticas pedagógicas inovadoras e a reflexão sobre as pedagogias participativas que compreendem as crianças e os bebês como protagonistas e sujeitos ativos das ações educativas”, explicou Carolina Regina dos Santos Souza, coordenadora pedagógica do CEI da Fundação Julita.

Para a Fundação Julita, foi um orgulho poder compartilhar o nosso currículo e a nossa experiência de sensibilização à leitura, ressaltando a importância da interação da criança com o mundo da leitura por meio do brincar.

O projeto de leitura do Centro de Educação Infantil Maria Izabel, da Fundação Julita, visa despertar a curiosidade e o interesse da criança: “por meio dos livros, a criança viaja pela imaginação para mundos encantados, para culturas diversas e vive muitas experiências”, complementa Carolina.

SENSIBILIZAÇÃO DESDE A PRIMEIRA INFÂNCIA: O CONTATO E O GOSTO PELA LEITURA

A Fundação possui uma casinha de leitura, que é usada para contações de história e também para guardar o acervo literário para a faixa etária do CEI. Na formação foi compartilhado o processo histórico da casinha, como os professores participam da aquisição dos acervos e as estratégias de uso com as crianças. Além disso, as crianças também têm acesso à biblioteca da Fundação Julita, a partir de visitas agendadas, ampliando, assim, o contato e o gosto pela leitura.

Além da atividade de leitura exposta pela Fundação Julita, o CEI Rosa Maria, presente na formação, trouxe o relato do parque sonoro implementado na unidade, contribuindo para um outro olhar ao nosso espaço externo e como podemos enriquecê-lo ainda mais.

PRÓXIMO CICLO DE FORMAÇÃO

Segundo a coordenadora pedagógica do CEI da Julita, a formação foi ainda mais importante porque a Fundação está criando vínculo com algumas EMEIs que vão atender as crianças beneficiadas pela Julita no próximo ciclo, sendo esta uma oportunidade de ampliar a compreensão sobre o nosso trabalho e a nossa visão de infância.

Alguns participantes ficaram impactados com o espaço da Fundação Julita, como a coordenadora do EMEI Professora Rosemary Silva, que mencionou durante a formação: “Então, está explicado porque as crianças quando chegam ao EMEI não querem sentar ou ficar em sala; olha só o espaço que elas têm aqui!”.

Unidades que participaram da formação:

EMEI Parque Santo Antônio I

EMEI Professora Rosemary Silva

CEI Jardim Klein Direto

CEI Jardim Rosa Maria

CEI Parceiro Jardim Klein

CEI Parceiro Rosa Maria

CEI Parceiro Terra Nossa

CEI Parceiro Recanto Infantil

CEI Parceiro Lar Maria Albertina

 

 


Festival da Primavera recebe duas mil pessoas da comunidade

Evento trouxe atividades voltadas à saúde corporal e mental

No último dia 22 de setembro, a Fundação Julita realizou a quarta edição do Festival da Primavera. Neste ano, o evento teve a temática “Ser Integrado”, que representa o ser humano de corpo e mente integrados em prol de mais saúde, qualidade de vida e conexão com a natureza.

Para celebrar o início das mudanças simbolizadas pela primavera – época de renovação –, o Festival trouxe diversas atividades de autocuidado e de promoção à saúde com práticas naturais (sem uso de remédios ou procedimentos químicos), com objetivo de proporcionar à comunidade vivências e rodas de conversa envolvendo as chamadas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs), além de música e dança.

COMUNIDADE INTEGRADA

Agradecemos a todas e todos que compareceram ao evento.

Ao todo, duas mil pessoas entre crianças, jovens, adultos e idosos participaram das 35 oficinas e vivências proporcionadas.

Sendo que, 249 pessoas trabalharam no evento entre funcionários da Julita, oficineiros e voluntários.

PRÁTICAS DISPONÍVEIS NOS POSTOS DE SAÚDE

E para continuar usufruindo dos benefícios clique aqui e confira as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do território que declaram via site da Secretaria de Saúde da Prefeitura de São Paulo que disponibilizam as Práticas Integrativas.

Segundo Agnaldo Vieira, coordenador do Centro de Educação em Saúde da Fundação Julita, a população pode solicitar a inclusão de novas práticas via caixa de sugestões nos postos de saúde. Caso as práticas que estão no site da Secretaria de Saúde não estejam disponíveis, avise pra gente por e-mail: saude@fundacaojulita.org.br

CONFIRA ALGUMAS FOTOS DO FESTIVAL:


DOANDO CONHECIMENTO

Todas as atividades oferecidas no Festival da Primavera, além de terem sido gratuitas, foram realizadas voluntariamente por parceiras e parceiros.

Nosso muito obrigada!

Fundação Lama – Meditação Coletiva; Julia Prata – Oficina de Higiene Pessoal; Cristina Roseno – Ginecologia Natural; Caroline Pontes – Dança Indiana; Patrícia Figueiredo – Renascimento; Luciana Aguiar – Yoga Pais e Filhos; Cia.Cantos e Contos – Contação de História; Eladia Blanco e Celina Cruz  – Constelação Familiar; Fundação Mokiti Okada – Ikebana; Bandas  Soul Tribo e Reggae a Planta; Elza Barbosa – Auriculoterapia; Marilise Rossatto e Mario Sposati – Homeopatia; Coletiva Cosmética da Terra – Higiene Pessoal; Coletivo Caminho Natura – Oficina de Cosmético Natural e Parque de Bambu – Sesc Campo Limpo, Fundação Harmonia de Artes e Conhecimentos Transcedentais – Reiki

APOIADOR

Sesc Campo Limpo

Confira mais fotos aqui



Festival da Primavera recebe duas mil pessoas da comunidade
Convivência intergeracional marca voluntariado de empresas parcerias da Julita

Convivência intergeracional marca voluntariado de empresas parcerias da Julita

No primeiro semestre de 2018 diversas empresas parceiras fizeram ações voluntárias na Fundação Julita, beneficiando  crianças, jovens e idosos em vulnerabilidade social que fazem parte dos projetos sociais da Fundação.

O benefício retorna em dobro, pois as atividades engajam os funcionários em torno de um propósito maior, promovem o trabalho em grupo e a convivência intergeracional.

FUNDACIÓN MAPFRE FAZ AÇÃO VOLUNTÁRIA COM GRUPO DE IDOSOS

Na época do Carnaval, a folia solidária marcou a ação voluntária da Fundación MAPFRE junto com os nossos idosos, que participam do Núcleo de Convivência do Idoso (NCI). A integração contou com café da manhã e um bate-papo no qual os idosos contaram um pouco sobre suas vidas. Para finalizar, a Fundação recebeu a doação de três aparelhos de som e ainda aconteceu um baile de carnaval.

e três aparelhos de som e ainda aconteceu um baile de carnaval.

MR CONSULTORIA E INSTITUTO CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO FAZEM VOLUNTARIADO NA FESTA JUNINA DA JULITA

Funcionários da MR Consultoria e do Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo foram voluntários na Festa Junina da Julita 2018, que reuniu mais de 10 mil pessoas. Os colaboradores ajudaram nas barracas de brincadeiras.

SAMSUNG FAZ AÇÃO VOLUNTÁRIA NA JULITA

Nossas crianças do Programa Castanheira tiveram uma tarde divertida junto com os voluntários da Samsung Brasil. A ação voluntária teve uma programação com contação de histórias, piquenique e a organização de uma horta vertical de temperos. A interação entre os voluntários, as crianças e os colaborares da Fundação aconteceu num clima de muita diversão, conscientização e troca de experiências.

JOVENS PARTICIPAM DE ATIVIDADE DO MOBILIZA ITAÚ

Jovens participaram de uma roda de conversa sobre o uso consciente do dinheiro, atividade promovida pelo Comitê Mobiliza Itaú, no Centro Empresarial de São Paulo. Durante a atividade, os jovens discutiram e refletiram sobre o tema, para que “empoderados de conhecimento” possam fazer escolhas conscientes no dia a dia.

LIBERTY SEGUROS FAZ AÇÃO VOLUNTÁRIA COM JOVENS DA JULITA

Voluntários da Liberty Seguros fizeram uma ação sobre alimentação saudável junto com os jovens doPrograma Paineira – curso de Gestão de Alimentos. Na atividade houve um aproveitamento integral dos alimentos com receitas de doce, salgado e suco.

ORACLE REALIZA AÇÃO VOLUNTÁRIA COM CRIANÇAS E  CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Na semana de comemoração do Dia da Terra (data comemorada todo dia 22 de abril), a Oracle Brasil fez uma ação voluntária na Fundação Julita. Um grupo de voluntários trabalhou no Centro de Educação Ambiental. Outro grupo realizou uma atividade educativa com as crianças do Programa Ipê-Amarelo, de 4 a 14 anos.

MAPFRE FAZ PINTURA DO REFEITÓRIO DA JULITA

Ação voluntária da MAPFRE realizou a pintura do refeitório e da fachada dos banheiros com as cores da Fundação. Eles também fizeram um grafite que finalizou os trabalhos.

QUER SABER MAIS SOBRE VOLUNTARIADO CORPORATIVO?

Escreva para carlos.magno@fundacaojulita.org.br



 

Festival da Primavera traz atividades de bem-estar para a comunidade

Em sua quarta edição, o Festival, que reúne atividades integrativas em saúde gratuitas para a comunidade do Jardim São Luís, será realizado na Fundação Julita.

 Com objetivo de proporcionar à comunidade vivências e rodas de conversa envolvendo as chamadas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs), o Festival da Primavera apresenta atividades para a integração corporal, mental e ambiental, visando ao desenvolvimento saudável.

No Festival teremos atividades como yoga, meditação, reiki, Lian Gong, constelação familiar, renascimento, ginecologia natural, aromaterapia, entre outras. As Práticas Integrativas e Complementares existem nos postos de saúde, são um direito da população previsto em portarias do Ministério da Saúde (números 971 GM/MS e 702). Porém muitos moradores da comunidade desconhecem essa informação e não sabem também os benefícios de tais práticas, para prevenir doenças e cuidar da saúde”, explica Agnaldo Vieira, coordenador do Centro de Educação em Saúde da Fundação Julita.
 

O Festival da Primavera – Ser Integrado – terá atividades para toda a família, sendo que todas as oficinas são gratuitas, precisando apenas de inscrição, que serão realizadas no próprio dia.

O Festival da Primavera – Ser Integrado – terá atividades para toda a família, sendo que todas as oficinas são gratuitas, precisando apenas de inscrição, que são realizadas no próprio dia.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

 

VIVÊNCIAS:

Apresentação da Prática de Constelação Familiar

Um espaço para a explicação sobre o que é a constelação e realização de exercício sistêmico. Como forma de motivar e ampliar o conhecimento e os benefícios desta prática. É um método terapêutico para encontrar soluções profundas a problemas recorrentes que se apresentam na vida das pessoas.

Vagas: 30 pessoas
Horário: 
16h30 às 18h30

Faixa etária: Livre
 

Aromaterapia

Tratamento com florais aromaterapia. Uma vida mais feliz e saudável.

Horário: 14h30 às 16h

Vagas: 25 pessoas

Faixa etária: a partir dos 8 anos
 

Auriculoterapia

Ação preventiva e de tratamento para desordens físicas e emocionais com uso de pontos energéticos encontrados na orelha.

Horário: 14h30 às 18h
 

Capoeira

A capoeira é uma expressão cultural brasileira que compreende os componentes arte-marcial, esporte, cultura popular, dança e música.

Horário: 16h às 16:30

Faixa etária: Livre
 

Dança Indiana

Dança típica na Índia, rica em movimentos sutis.

Horário: 15h

Faixa etária: Livre
 

Escalda Pés e Auto Escuta

Prática de relaxamento dos pés, com água morna e uma essência relaxante. Ajuda a aliviar a pressão dos pés, descansar as pernas, reduzir calos e aliviar o stress do dia a dia.

Horários: 14h30 às 15h e 15h às 15h30

Vagas: 15 pessoas

Faixa etária: Livre
 

Histórias de Brincar : “Bom dia a todas as cores”

Momento de interação divertido entre as famílias.

Horário: 15 às 16h

Faixa etária: Livre
 


Hatha Yoga

As técnicas de respiração, relaxamento e meditação constituem a base da prática do Hatha Yoga.

Horário: 17h às 18h
Faixa etária:
 a partir dos 12 anos

Lian Gong

Prática corporal chinesa une a medicina terapêutica e cultura física.

Horário: 14h30 às 15h

Faixa etária: Livre
 

Meditação Coletiva 

Explicação e prática coletiva com técnica de concentração e respiração.

Horários: 14h30 às 15h00, 16h às 16h30 e 17h30 às 18h

Faixa etária: Livre
 

Reiki

Método de transmissão de energia pelas mãos.

Horário: 14h30 às 18h

Faixa etária: Livre
 

Renascimento

É uma técnica simples de respiração consciente, que pode ser feita por qualquer pessoa. É uma vivência profunda, diferente e individual. Ou seja, cada experiência é única!

Horário: 16h15 às 18h15

Faixa etária: a partir dos 16 anos
 

Yoga pais e filhos

Interação entre pais e filhos na prática da yoga, trabalhando a confiança e a união entre o adulto e a criança,

Vagas:15 famílias

Horário: 14h30 às 15h30

Faixa etária:Livre
 

OFICINAS:

Cosméticos Naturais com Coletiva Natural

Oficina teórica e prática de receitas para desodorante e creme corporal. Todas as participantes levam para casa apostila e amostra para experimentar em casa uma de 2 preparos realizados

Horário: 14h30 às 17h30

Vagas: 30 pessoas

Faixa etária: a partir dos 10 anos
 

Higiene Pessoal

Produzir receitas de produtos de higiene utilizando ingredientes baratos, caseiros, e simples. Iremos fazer desodorante, creme medicinal e pasta de dente. Todos os participantes levam para casa uma mostra dos 3 produtos preparado.

Vagas: 20 pessoas

Horário: 15h às 16h

Faixa etária: a partir dos 10 anos
 

Ikebana

É uma palavra de origem japonesa, utilizada para nomear a arte de arranjos florais. O estilo Sanguetsu respeita e valoriza a grande natureza e possui como princípios básicos a verdade, o bem e o belo. Seu objetivo é contribuir para a construção de um mundo melhor e formar pessoas de mente e sentimentos belos.

Horários: 14h30 às 15h30, 15h30 às 16h30 e 16h30 às 17h30

Faixa etária: a partir dos 8 anos
 

Oficina de Mandala

Aprender a fazer mandalas com lã e palito de churrasco.

Horário: 14h30 às 18h

Faixa etária: a partir dos 10 anos
 

Pote da Calma

É usado para acalmar crianças pequenas. Inspirado na abordagem Montessori, o objetivo é distrair e tranquilizar os pequenos com a tinta e glitter colorido se movendo dentro do recipiente.

Horário: 14h30 às 18h

 

RODA DE CONVERSA

Ginecologia Natural

É um movimento que resgata os saberes ancestrais sobre como cuidar do corpo.

Vagas: 20 pessoasHorário: 15h às 16h

Faixa etária: a partir dos 12 anos
 

Homeopatia

Roda de conversa sobre diferenças entre homeopatia e alopatia

Horário:16h às 17h

Vagas: 30 pessoas

Faixa etária: a partir dos 10 anos
 

INTEGRAÇÃO DE FAMÍLIAS

Bolha de Sabão
Construção dos instrumentos da bolha de sabão (varetas), mostrando também como é feito o preparo do líquido.

Horário: 14h30 às 17h30

Faixa etária: Livre
 

Bio Blitz

Detetives da natureza conhecendo novos seres vivo.

Horário: 14h30 às 18h

Faixa etária: menores de 6 anos precisam estar acompanhadas dos responsáveis
 

Estação de Pintura de Rosto

Educadoras do Programa Castanheira vão fazer pinturas nos rostos dos participantes.

Horários: 14:30 às 15:30 e 16:00 às 17h

Faixa etária: Livre
 

Festival Holi

Horário: 14h30 às 18h
 

Bandeira de Tibetana
Horário: 14:30h às 18h
Faixa etária: Livre
 
Pirâmide de Bambu

Construção coletiva da pirâmide que permitem a exploração corporal lúdica de movimentos como o agarrar, sustentar e balançar, além de desenvolver as capacidades físicas como equilíbrio, força e flexibilidade.

Horário: 14h30 às 17h30

Faixa etária: a partir dos 8 anos
 

Slackline

Vivência que possibilita um momento de interação e diversão entre crianças e famílias,  com o exercício do auto controle, consciência corporal e equilíbrio.

Horário: 14h30 às 18h

Faixa etária: a partir dos 6 anos
 

MUSICAL

Fundação Julita e Pratikatatum

Horário: 15h às 16h
 

Orquestra de Violões Julita

Horário: 17h às 18h
 

Soul Tribo

Horário: 18h às 18h45
 

Reggae a Planta

Horário: 19h às 20h
 

Programação sujeita a alteração, sem aviso prévio

Festival da Primavera traz atividades de bem-estar para a comunidade
Fundação apresenta metodologia em Congresso Mundial

Fundação apresenta metodologia em Congresso Mundial

Iniciado em 2012, o projeto Jovens Monitores em Esporte é uma metodologia referência da Fundação Julita. Em agosto, o projeto foi apresentado como relato de experiência no Congresso Mundial de Lazer 2018, realizado neste ano no Brasil, no Sesc Pinheiros (São Paulo-SP).

Carlos Costa conduzindo a apresentação.

Assistida por mais de 40 pessoas, a apresentação contou a história do projeto e da formação que capacita jovens monitores em esporte, que, por sua vez, realizam intervenções na comunidade em que vivem, como atividades de Colônia de Férias para crianças de 1 a 14 anos. De acordo com Carlos Costa, consultor do Centro de Educação pelo Esporte, o jovem que participa do curso Jovens Monitores promove a garantia do acesso ao lazer para a comunidade. “Essa é uma grande necessidade das regiões de periferia, que têm ainda menos acesso a áreas de lazer e suas possibilidades”, conta Carlos.

O projeto Jovens Monitores em Esporte, da Fundação Julita, foi apresentado na sessão “Lazer e Desenvolvimento Social e Comunitário” do Congresso Mundial de Lazer. Além da Fundação Julita, seis trabalhos foram apresentados na sessão, de vários lugares como Uruguai, Costa Rica e do Brasil (Belém, do Pará, e Bauru, interior de São Paulo).

SOLUÇÃO PARA AS BARREIRAS DE ACESSO AO LAZER

Uma das únicas organizações sociais a fazer parte do Congresso, a Fundação Julita valoriza a importância de divulgar seu trabalho e suas metodologias, que, no caso do Jovens Monitores, traz uma solução para problemáticas, como as barreiras ao acesso ao lazer, muito discutidas durante o Congresso.

O lazer é um direito previsto em Constituição, mas o acesso é restrito, seja por condições físicas, de gênero ou socioeconômicas. Na comunidade, prevalece, por exemplo, o futebol e há mais espaços para a prática de homens adultos.  A Fundação traz uma proposta plural, democrática e para várias faixas etárias, dos 0 aos 100 anos, com a formação e atuação de jovens monitores em esporte”, explica Regiany Maciel, supervisora do Centro de Educação pelo Esporte.

Regiany Maciel, supervisora do Centro de Educação pelo Esporte da Julita.

Centro de Educação Ambiental amplia atendimento

Projeto irá beneficiar mais 2 mil crianças e jovens.

A Fundação Julita anuncia a ampliação da atuação do Centro de Educação Ambiental graças ao apoio financeiro da empresa Samsung, em parceria com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania por meio do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD).

O Centro de Educação Ambiental vai beneficiar diretamente 1.726 educandos, entre crianças e adolescentes, que são moradores do Jardim São Luís (zona Sul de São Paulo) e bairros do entorno nos 24 meses de projeto.

Os beneficiados terão acesso a diversas atividades que visam a integração com os “4 Elementos da Natureza” – água, terra, fogo e ar – e os seres vivos (plantas e a animais).

DA PRIMEIRA INFÂNCIA ATÉ A JUVENTUDE

Com isso, o projeto pretende de forma lúdica introduzir conhecimentos e conscientizar sobre a importância da preservação dos recursos naturais e o respeito na relação com os outros seres vivos. “A educação ambiental é pertinente em todas as fases da vida de um uma pessoa, principalmente no período de formação do indivíduo, com compreensões e aprofundamentos específicos para cada faixa etária”, analisa Flávia Cremonesi, coordenadora do Centro de Educação Ambiental da Julita.

Com a parceria, a Fundação Julita coloca em prática a metodologia de formação continuada do projeto de Educação Ambiental, que vai da Primeira Infância até a juventude. Sendo assim, o impacto esperado é o desenvolvimento de cidadãos mais conscientes em relação aos problemas e alternativas possíveis para resolver as questões ambientais.

EU IMPOSTO DE RENDA PODE TRANSFORMAR VIDAS

Para saber mais como aportar recursos de empresas ou pessoas físicas via Fumcad, a fim de obter incentivos fiscais, clique aqui.

CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Centro de Educação Ambiental é sediado em um espaço verde privilegiado e único, sobretudo nas áreas urbanas de periferia: são 47 mil m² divididos em áreas construídas para o atendimento da comunidade, fazendinha com diversos animais e um fragmento secundário de Mata Atlântica, que é ponto de descanso e nutrição de muitas aves migratórias.

Dentre as competências do Centro, há duas grandes áreas de atuação: a Pedagógica e a Ecológica.  No que confere às práticas ecológicas, o Centro de Educação Ambiental estimula o protagonismo e a importância das ações coletivas para a preservação ambiental, com oficinas que buscam desenvolver conhecimentos relativos a tecnologias ambientais de baixo custo, alinhado ao desenvolvimento da Ética e os Princípios norteadores da Permacultura. Isso passa pela criação de “abrigos/habitats” para a fauna e flora local (com a utilização de recursos naturais disponíveis no ambiente), entre eles, cisternas, hortas pedagógicas, biofiltros, entre outros, e também diz respeito ao aprendizado e aplicação de boas práticas ecológicas visando à redução de consumo, reaproveitamento de recursos e tratamento de resíduos. Com isso, promove a aproximação e a coexistência harmônica entre os seres vivos, além de instrumentá-los para o aprendizado de tecnologias sustentáveis de baixo custo que podem ser replicadas em sua comunidade.

Já no que confere às práticas pedagógicas, o Centro de Educação Ambiental tem o constante desafio de dialogar com todos os programas da Fundação Julita (Programa Castanheira, Programa Ipê-Amarelo, Programa Paineira e Programa Araucária), visando aproximar os princípios, valores e ética da Permacultura e da Pedagogia da Terra às práticas cotidianas no processo de ensino-aprendizagem de crianças na primeira infância até idosos.

As atividades se dão no terreno das formações dos educadores de todos os programas, dos educandos e de suas famílias e da comunidade beneficiada, diretamente em oficinas e vivências de Educação Ambiental e Permacultura.

Para agendar sua visita, conversar sobre parcerias, escreva para: parcerias@fundacaojulita.org.br


Centro de Educação Ambiental amplia atendimento
Fundação Julita recebe doação de Programa do Itaú Social

Fundação Julita recebe doação de Programa do Itaú Social

Contribuição viabilizou novo projeto de iluminação do espaço.

O programa “Comunidade, Presente!”, coordenado pela Fundação Itaú Social, realizou uma doação para viabilizar a implantação de um novo projeto de iluminação externa no espaço físico da organização.

Com os novos postes de iluminação, os beneficiados da Julita poderão utilizar os espaços pedagógicos em atividades diversas no período noturno.

Já a comunidade poderá participar de atividades esportivas, recreativas e de formação como o Cine Julita, por exemplo, em horário estendido com maior segurança e conforto.

O programa “Comunidade, Presente!” tem como objetivo apoiar pontualmente organizações sociais que atuam com educação e saúde pública.

 


Fundação Julita forma 152 jovens no primeiro semestre de 2018

No último dia 20 de julho, o Programa Paineira realizou a formatura dos educandos dos cursos: “Assistente Administrativo”, “Centro para Juventude” e “Gestão para o Comércio”.

Crédito: Leu Brito -DiCampana

O evento foi realizado no CEU Casablanca e reuniu os responsáveis e amigos dos formandos e ainda contou com as participações do Gestor Geral da Fundação Julita, Jânio de Oliveira, e dos educadores da organização.

Crédito: Leu Brito -DiCampana

IMPACTO DESDE A COORDENAÇÃO

Para dar início à cerimônia, Luana Silene, coordenadora do Programa Paineira, fez um emocionante depoimento sobre sua trajetória como ex-aluna da Fundação Julita e de que como acabou se tornando  educadora e  e agora coordenadora, ressaltando a importância da Fundação em sua formação profissional e pessoal.

Crédito: Leu Brito -DiCampana

Em seguida, a supervisora do Centro de Educação pelo EsporteRegiany Maciel (também ex-aluna da Fundação Julita e hoje faz parte do quadro de funcionários), contou um pouco sobre a sua trajetória.

Em sua fala, Regiany reafirmou que a Fundação trabalha o projeto de vida de cada educando, sempre reforçando a necessidade do comprometimento que o jovem precisa ter para devolver ao território todo o conhecimento adquirido ao longo da vida.

Crédito: Leu Brito -DiCampana

ORMAÇÃO PARA A VIDA

Os cursos oferecidos pela Fundação Julita desenvolvem projeto de vida, empreendedorismo e desenvolvimento local, beneficiando jovens e adultos de 14 a 29 anos, em situação de vulnerabilidade social, moradores do Jardim São Luís e bairros vizinhos.

Tanto que, ao final de cada semestre os educandos desenvolvem os Trabalhos de Conclusão de Curso(TCCs) com análises do comércio local, para os estudantes do “Assistente Administrativo”, empreendimentos próprios, para os educandos do “Gestão Para o Comércio”.

No caso do “Gestão de Alimentos” do Centro Para Juventude os alunos desenvolvem um TCC prático, produzindo a comida para a Festa Junina da Julita, que neste ano recebeu 10 mil pessoas.

PARA CONFERIR OS TCCS CLIQUE NOS LINKS ABAIXO

Empreendimentos dos alunos do “Gestão Para o Comércio” viram Trabalhos de Conclusão de Curso

Crédito: Leu Brito -DiCampana

Fundação Julita forma 152 jovens no primeiro semestre de 2018

No último dia 20 de julho, o Programa Paineira realizou a formatura dos educandos dos cursos: “Assistente Administrativo”, “Centro para Juventude” e “Gestão para o Comércio”.

Crédito: Leu Britto – DiCampana

O evento foi realizado no CEU Casablanca e reuniu os responsáveis e amigos dos formandos e ainda contou com as participações do Gestor Geral da Fundação Julita, Jânio de Oliveira, e dos educadores da organização.

Crédito: Leu Britto – DiCampana

IMPACTO DESDE A COORDENAÇÃO

Para dar início à cerimônia, Luana Silene, coordenadora do Programa Paineira, fez um emocionante depoimento sobre sua trajetória como ex-aluna da Fundação Julita e de que como acabou se tornando  educadora e  e agora coordenadora, ressaltando a importância da Fundação em sua formação profissional e pessoal.

Luana Silene // Crédito: Leu Britto – DiCampana

Em seguida, a supervisora do Centro de Educação pelo EsporteRegiany Maciel (também ex-aluna da Fundação Julita e hoje faz parte do quadro de funcionários), contou um pouco sobre a sua trajetória.

Em sua fala, Regiany reafirmou que a Fundação trabalha o projeto de vida de cada educando, sempre reforçando a necessidade do comprometimento que o jovem precisa ter para devolver ao território todo o conhecimento adquirido ao longo da vida.

Regiany Maciel // Crédito: Leu Britto – DiCampana

FORMAÇÃO PARA A VIDA

Os cursos oferecidos pela Fundação Julita desenvolvem projeto de vida, empreendedorismo e desenvolvimento local, beneficiando jovens e adultos de 14 a 29 anos, em situação de vulnerabilidade social, moradores do Jardim São Luís e bairros vizinhos.

Tanto que, ao final de cada semestre os educandos desenvolvem os Trabalhos de Conclusão de Curso(TCCs) com análises do comércio local, para os estudantes do “Assistente Administrativo”, empreendimentos próprios, para os educandos do “Gestão Para o Comércio”.

No caso do “Gestão de Alimentos” do Centro Para Juventude os alunos desenvolvem um TCC prático, produzindo a comida para a Festa Junina da Julita, que neste ano recebeu 10 mil pessoas.

PARA CONFERIR OS TCCS CLIQUE NOS LINKS ABAIXO

Empreendimentos dos alunos do “Gestão Para o Comércio” viram Trabalhos de Conclusão de Curso

Formandos do Gestão Para o Comércio // Créditos: Leu Britto – DiCampana

PROGRAMA PAINEIRA – GESTÃO DE ALIMENTOS – FORMA 108 JOVENS NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2018

Crédito: Leu Brito -DiCampana


Fundação Julita forma 152 jovens no primeiro semestre de 2018

No último dia 20 de julho, o Programa Paineira realizou a formatura dos educandos dos cursos: “Assistente Administrativo”, “Centro para Juventude” e “Gestão para o Comércio”.

Crédito: Leu Britto – DiCampana

O evento foi realizado no CEU Casablanca e reuniu os responsáveis e amigos dos formandos e ainda contou com as participações do Gestor Geral da Fundação Julita, Jânio de Oliveira, e dos educadores da organização.

Crédito: Leu Britto – DiCampana

IMPACTO DESDE A COORDENAÇÃO

Para dar início à cerimônia, Luana Silene, coordenadora do Programa Paineira, fez um emocionante depoimento sobre sua trajetória como ex-aluna da Fundação Julita e de que como acabou se tornando  educadora e  e agora coordenadora, ressaltando a importância da Fundação em sua formação profissional e pessoal.

Luana Silene // Crédito: Leu Britto – DiCampana

Em seguida, a supervisora do Centro de Educação pelo EsporteRegiany Maciel (também ex-aluna da Fundação Julita e hoje faz parte do quadro de funcionários), contou um pouco sobre a sua trajetória.

Em sua fala, Regiany reafirmou que a Fundação trabalha o projeto de vida de cada educando, sempre reforçando a necessidade do comprometimento que o jovem precisa ter para devolver ao território todo o conhecimento adquirido ao longo da vida.

Regiany Maciel // Crédito: Leu Britto – DiCampana

FORMAÇÃO PARA A VIDA

Os cursos oferecidos pela Fundação Julita desenvolvem projeto de vida, empreendedorismo e desenvolvimento local, beneficiando jovens e adultos de 14 a 29 anos, em situação de vulnerabilidade social, moradores do Jardim São Luís e bairros vizinhos.

Tanto que, ao final de cada semestre os educandos desenvolvem os Trabalhos de Conclusão de Curso(TCCs) com análises do comércio local, para os estudantes do “Assistente Administrativo”, empreendimentos próprios, para os educandos do “Gestão Para o Comércio”.

No caso do “Gestão de Alimentos” do Centro Para Juventude os alunos desenvolvem um TCC prático, produzindo a comida para a Festa Junina da Julita, que neste ano recebeu 10 mil pessoas.

PARA CONFERIR OS TCCS CLIQUE NOS LINKS ABAIXO

Empreendimentos dos alunos do “Gestão Para o Comércio” viram Trabalhos de Conclusão de Curso

Formandos do Gestão Para o Comércio // Créditos: Leu Britto – DiCampana

PROGRAMA PAINEIRA – GESTÃO DE ALIMENTOS – FORMA 108 JOVENS NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2018

Créditos: Leu Britto – DiCampana

Jovens do curso de “Assistente Administrativo” contribuem para o comércio local

Crédito: Leu Brito -DiCampana

ONFIRA MAIS FOTOS AQUI

JORNADA JOVEM APRENDIZ

Os jovens que fazem parte do Programa Paineira ainda podem ingressar no Programa Jovem Aprendiz da Julita que tem parceria com as empresas: Arrow Ecs Brasil, Cescon, Barrieu, Flesch & Barreto Sociedade de Advogados, Honda Serviços Ltda, Moto Honda da Amazônia Ltda, SOB SCHURTER + OKW do Brasil Componentes Eletrônicos Ltda, Vermont TI e Call Center LTDA.

Nessa etapa os jovens são encaminhados para as empresas e acompanhados durante o período de trabalho.

PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM!

Clique e inscreva-se nos cursos oferecidos pela Fundação


Fundação Julita forma 152 jovens no primeiro semestre de 2018
Jovem Aprendiz da Julita encaminha jovens para o mercado de trabalho

Jovem Aprendiz da Julita encaminha jovens para o mercado de trabalho

Lino, de apenas 15 anos, é o novo contratado da Honda Brasil.

Meu processo seletivo de Jovem Aprendiz para a Honda foi muito repentino! Quando recebi a notícia de que tinha sido aprovado fiquei muito emocionado, senti uma injeção de orgulho”, relembra Lino Bernardo, 15 anos, educando da Julita e Jovem Aprendiz da Honda pela Fundação Julita.

Histórias como a do Lino se repetem, pois todos os jovens que participam dos cursos “Gestão de Alimentos”, “Assistente Administrativo” e “Gestão Para o Comércio”, do Programa Paineira, são convidados a participarem da Jornada do Jovem Aprendiz da Julita, que acontece todo o final de semestre.

A jornada, que acontece desde 2016, já encaminhou 37 jovens para empresas parceiras, sendo uma grande oportunidade de empregabilidade para jovens que vivem em situação de vulnerabilidade social.

Com foco no mercado de trabalho, a Jornada do Jovem Aprendiz exige um comportamento formal dos participantes para que se possa avaliar o desenvolvimento adquirido durante o curso. Com isso, conseguimos encaminhar os jovens para as vagas que combinam com seus perfis. Desta forma, potencializamos a satisfação de todos os envolvidos. Por isso, o educando só pode ser encaminhado para uma entrevista com os parceiros da Fundação Julita após a participação na Jornada”, explica Diana Gomes, Educadora do Jovem Aprendiz da Fundação.

DESENVOLVENDO PROJETO DE VIDA

Os cursos do Programa Paineira ajudam a trabalhar o projeto de vida dos educandos: sensibilizando e despertando o desejo do ingresso no ensino superior, uma realidade que muitas vezes é distante para jovens em situação de vulnerabilidade social; auxiliando na autodescoberta de habilidades; apresentando o empreendedorismo como algo que pode ser viável; ajudando na descoberta da identidade étnica e incentivando a projeção e planos para o futuro.

Todo esse caminho de empoderamento foi decisivo para jovens como Lino, que já almeja no futuro trabalhar com gastronomia.

“Em 2017, eu entrei na Fundação Julita no curso de Corte e Costura, depois fiz o curso de Gestão de Alimentos. Após essa última experiência um dos meus sonhos é iniciar a faculdade de gastronomia e ter um restaurante franquiado que atenda diversos públicos”, assegura.

 

DÊ O SEU PRIMEIRO PASSO!

Para participar dos cursos da Fundação Julita, clique aqui e inscreva-se

APOIE E AJUDE NA FORMAÇÃO DE JOVENS PROMESSAS

Se você é empresário e deseja saber mais sobre o Programa Jovem Aprendiz da Julita, escreva para:jovensaprendiz@fundacaojulita.org.br


Centro de Educação Pelo Esporte amplia atuação com parceria do FUMCAD

A Fundação Julita anuncia ampliação da atuação do Centro de Educação Pelo Esporte com parceria da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, por meio do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD).

Centro de Educação pelo Esporte vai beneficiar diretamente, durante os 2 anos de projeto, 2.076 crianças, adolescentes e jovens de 4 meses a 17 anos, moradores do Jardim São Luís (zona Sul de São Paulo) e bairros do entorno, que vivem em situação de alta vulnerabilidade social.

As atividades irão garantir o acesso e a inclusão em atividades esportivas, recreativas e de lazer, o projeto propõe uma metodologia de Educação pelo e para o Esporte, diferenciada para cada faixa de idade, a fim de promover a educação integral por meio do acesso plural às práticas da cultura corporal de movimento, além de favorecer a iniciação e o aprimoramento da prática físico-esportiva e contribuir para a formação profissional de educadores, estagiários e jovens interessados nas áreas de Educação Física e Esporte.

Com isso, contribuirá para a democratização do acesso ao esporte, atuando como agente de desenvolvimento no processo de educação e de construção da cidadania dos beneficiados.

CENTRO DE EDUCAÇÃO PELO ESPORTE

O Centro de Educação pelo Esporte da Fundação Julita atua na comunidade desde 2006, tendo como objetivo central a promoção do esporte como agente de desenvolvimento, atuando como ferramenta no processo de educação e de inserção social de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, moradores do Jardim São Luís e entorno.

Centro de Educação Pelo Esporte amplia atuação com parceria do FUMCAD
Apoie a Campanha Biblioteca Comunitária da Julita

Apoie a Campanha Biblioteca Comunitária da Julita

Apoie a Campanha Biblioteca Comunitária da Julita

Fundação Julita lança a Campanha Biblioteca Comunitária da Julita. Temos uma meta de R$ 17,000,00para garantir a continuidade das atividades da biblioteca.

Ela é um dos únicos espaços da região que possibilita o contato com a literatura e atividades culturais envolvendo a “leitura de mundo” na comunidade do Jardim São Luís,  um bairro com mais de 290 mil habitantes, grande parte vivendo em situação de alta vulnerabilidade social na capital paulista.

Oferece atividades para 1.200 beneficiados pela Fundação Julita diretamente, além de seus familiares e participantes de atividades culturais. Já chegou a fazer 1.700 empréstimos de livros por mês e possui um acervo de 11 mil livros.

Clique para ajudar

Esta Campanha solicita contribuições para o acesso às atividades da biblioteca do Programa Ipê-Amarelo, que beneficia 320 crianças de 4 a 14 anos no contraturno escolar, para o qual não temos recurso.

O projeto de acesso à biblioteca tem resultados significativos, como o estímulo à leitura, contribui para a interpretação de texto, desenvolvimento da escrita e da criatividade, do raciocínio lógico e complementa o aprendizado escolar (gramatical), além de ampliar as referências culturais das crianças. Também é um espaço de construção coletiva do conhecimento, uma referência para as escolas públicas e organizações sociais da região.

Porque acreditamos que o processo da leitura é um caminho de descobertas e aprendizados, por isso nossa biblioteca é um espaço tão especial. E precisamos da sua ajuda, a partir de R$ 10,00 é possível doar e ajudar, pagando com cartão de crédito ou boleto.
Clique para ajudar
 .

 

Idosos ganham oficinas em uma parceria com o Instituto Pinheiro

Luzia Oliveira da Cruz Paiva, 71 anos, nunca tinha “mexido no computador” na vida. Segundo ela, foi a primeira vez que conheceu o Word e abriu a tela, ainda com dificuldade para digitar. Ela é uma das beneficiadas das oficinas que passam a acontecer na Fundação Julita, voltadas para a terceira idade, graças a uma parceria com o Instituto Pinheiro.

Luzia Oliveira da Cruz Paiva, 71 anos

A parceria, que irá beneficiar o Programa Araucária (Núcleo de Convivência do Idoso), viabilizará oficinas de informática, dança e costura gratuitas para a terceira idade, por 12 meses.

Além de informática, Luzia também faz pintura e vai iniciar bordado, outras oficinas oferecidas pelo Programa Paineira. Um exemplo de vida, para chegar até a Fundação Julita, ela toma uma ou até três conduções, mesmo andando com a ajuda de bengala, pois tem artrose, sem perder a motivação para as aulas: “a gente chega em uma idade e precisa fazer atividades para não parar no tempo; o computador ajuda no raciocínio, na mente; é preciso aprender para viver melhor”. E conclui: “no Brasil, o velho é excluído, eu não penso na minha idade ou limitações (bengala), eu penso em viver, em me desenvolver”.

FUNDAÇÃO JULITA E INSTITUTO PINHEIRO

“A parceria com o Instituto Pinheiro veio de encontro com nossas demandas, por exemplo, os idosos sempre quiseram ter atividades de informática e nós não tínhamos como financiar um oficineiro. E agora poder proporcionar isso ao grupo é muito gratificante. O Instituto Pinheiro financia as oficinas e a Fundação entra com os alunos, a estrutura e os serviços”, explica Janaina Dias, coordenadora do Programa Araucária.

Já para o Instituto Pinheiro a compatibilidade de atuação foi fundamental para essa união: “Nós procuramos parceiros que tenham o mesmo objetivo de ação que é trazer uma melhor qualidade de vida aos idosos e, conhecendo o trabalho maravilhoso e sério que a Fundação Julita desenvolve, nosso interesse na parceria foi imediata”, ressalta Fabiana Pinheiro de Mello, Diretora Executiva do Instituto Pinheiro.

INSTITUTO PINHEIRO

O Instituto Pinheiro é uma organização não governamental sem fins lucrativos que existe há mais de 10 anos e tem atuação em duas frentes: cultural e social.

Na área cultural promove ações de caráter informativo com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas; promovendo, apoiando e divulgando atividades e informações ligadas à cultura, lazer, saúde, entre outras.

Na área social atua criando e promovendo atividades para idosos, de acordo com a necessidade da comunidade local.

PROGRAMA ARAUCÁRIA (NÚCLEO DE CONVIVÊNCIA DO IDOSO)

Oferece atendimento gratuito a pessoas acima de 60 anos, em situação de vulnerabilidade social, com o objetivo de promover atividades que contribuam no processo de envelhecimento saudável, na ampliação da autonomia e socialização, no fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. Beneficia 160 idosos por ano, com atividades físicas (Lian Gong, Caminhadada, Afromix), culturais (artesanato, alfabetização de adultos, passeios, baile da Terceira Idade), de apoio à saúde (medição de pressão, orientação nutricional, grupo de resgate de memória), entre outras,

 

Idosos ganham oficinas em uma parceria com o Instituto Pinheiro
Festa Junina da Julita recebe 10 mil pessoas

Festa Junina da Julita recebe 10 mil pessoas

No último dia 09 de junho, aconteceu a tradicional Festa Junina da Julita que reuniu 10 mil pessoas de todas as idades, integrando famílias e comunidade.

Prezando pela valorização da cultura popular brasileira, o arraiá da Julita contou com uma programação diversificada.

Para iniciar a festa, o cortejo de maracatu composto pelas crianças e educadores arrastou uma multidão pelas ruas da região e ainda fez uma apresentação dentro da Fundação.

Crédito: Fábio Carbone

Crédito: Fábio Carbone

Em seguida, o público começou a aproveitar as barracas de comidas e brincadeiras, sendo que as barracas de doces, doces típicos, bolos e lanche natural representaram os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC`s) dos alunos do Programa Paineira, Gestão de Alimentos/Panificação, 90 jovens estiveram envolvidos nas barracas de comida.

Crédito: Fábio Carbone

 Ainda houve apresentação de sertanejo universitário e do projeto Praticatatum, com os alunos do Programa Ipê-Amarelo e das animadas quadrilhas dos idosos e dos jovens.

Crédito: Fábio Carbone

Crédito: Fábio Carbone

Crédito: Fábio Carbone

Já o forró pé de serra ficou por conta da banda Escurinho do Acordeon, que sempre participa da Festa Junina da Fundação.

Crédito: Fábio Carbone

A tão aguardada Fogueira da Julita foi acendida no início da noite. 

Crédito: Mari Viana

Aconteceu o tradicional Bingo da Julita.

Já a banda Serralhera foi a responsável por finalizar o arraiá em grande estilo e colocou todo mundo para dançar.

Crédito: Mari Viana

Crédito: Mari Viana

Confira a cobertura fotográfica: AQUI e AQUI 

A FESTA JUNINA DA COLETIVIDADE

A Festa Junina da Julita, que já se tonou um marco na história da organização, é sempre planejada com meses de antecedência.

Foram mais de 8 horas de muita diversão, cultura e lazer dentro da comunidade do Jardim São Luís, com entrada gratuita, comidas e brincadeiras a preços acessíveis, foram 20 barracas.

Neste ano 310 pessoas entre funcionários, voluntários, alunos e amigos ajudaram na organização para que tudo saísse perfeito.

NOSSO MUITO OBRIGADO A TODOS E TODAS QUE AJUDARAM A CONSTRUIR ESSE MOMENTO TÃO IMPORTANTE!

Crédito: Mari Viana

NOSSOS APOIADORES

Sesc, Atelier Ana Ferreira, AgroCompany, Panificadora e Confeitaria Novo Cruzeiro,Contos e Confetes Bolos Caseiros, J.J.R. Carnes, Take a Fruit e Solace Brasil.

VOLUNTARIADO CORPORATIVO

MR Consultoria, Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo.

A UNIÃO DA COMUNIDADE

Obrigado a você que prestigiou o evento, que marcou a Fundação Julita nas suas fotos nas redes sociais, que trouxe familiares e amigos para o nosso arraiá

E já com saudades, estamos nos despedindo do mês de junho, mas com o gostinho de quero mais.

Esperamos todos vocês no próximo Arraiá da Julita!



Centro de Saúde informa resultados e convida novas parcerias

O Centro de Educação em Saúde da Fundação Julita beneficia em torno de 1.200 criançasadolescentes,jovensidosos e suas famílias em situação de vulnerabilidade social. Oferece atendimento multidisciplinar por meio de profissionais de  psicologia, psicopedagogia, nutrição e enfermagem.

O Centro é um dos diferenciais da organização, que proporciona um  atendimento único e complementar à saúde pública, em prol do desenvolvimento integral e do aprendizado.

Tanto que, em 2017, a fila de espera para o atendimento em psicologia das crianças do Programa Castanheira foi zerada, houve um aumento de 30% em palestras educativas e uma ampliação de 35 para 65 estagiários, que ajudam no dia a dia dos atendimentos e atividades.

Outros resultados satisfatórios foram:

•Implantação da Segunda sem Carne;

•Aumento do repertório alimentar;

•2.575 refeições saudáveis servidas diariamente;

•Diminuição de conflitos familiares;

•Redução de casos de piolho;

•Orientações aos educadores com mini cursos;

•Manutenção da baixa evasão, sendo que 86% das crianças, jovens e suas famílias participam das atividades do Centro de Educação em Saúde;

•Atendimento em psicopedagogia;

•Aumento das ações educativas de prevenção e promoção à saúde;

•Trabalho preventivo;

•Diversificação das ações de enfermagem;

•Lançamento do Guia de Boas Práticas em Educação em Saúde – clique aqui para conferir;

•Aumento das atividades intersetoriais;

•Quebra de ciclos de violências em 20 famílias;

•Quatro jovens com ideação suicida tiveram seus casos revertidos e agora estão no mercado de trabalho.

Nestes dois anos de projeto (2016 e 2017), em que o Centro de Educação em Saúde teve apoio da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), por meio do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (Fumcad), a Fundação Julita se consolidou como espaço de educação e fomento de novas práticas para a promoção e a prevenção à saúde e á qualidade de vida”, complementa Agnaldo Santos, coordenador do Centro de Educação em Saúde da Fundação Julita.

NOVAS PARCERIAS

A importância da saúde para a vida de pessoas em vulnerabilidade social, diante da ineficácia da saúde pública no país, torna ainda mais necessário que pessoas se juntem a essa causa. A continuidade do atendimento do Centro de Saúde da Julita depende de parcerias entre pessoas e empresas conscientes de que a empatia ao próximo é um grande passo rumo à construção de uma sociedade realmente justa.

Prova disso é a parceria que se formou entre o Centro de Educação em Saúde da Julita e a família Catenacci.

Eu e minha família chegamos à Fundação Julita através de um amigo.  Minha família já tinha um movimento de busca de envolvimento com projetos do terceiro setor, como forma de retornar algo para a sociedade. Então, aqui na Julita até meados de 2017 nós apadrinhávamos algumas crianças beneficiadas pelo Programa Ipezinho – clique e saiba mais. Depois, conhecemos o projeto de saúde que estava para ter o contrato encerrado com o antigo patrocinador com risco de encerrar o atendimento. Eu que faço faculdade de psicologia e tenho envolvimento na área da saúde me senti tocada, porque o aporte emocional para as crianças é muito importante. Diante disso, eu mobilizei a minha família para patrocinar parte do projeto do Centro de Saúde”, explica Maíra Catenacci, atual apoiadora do Centro de Saúde da Fundação Julita.

PROBLEMAS EM SAÚDE MENTAL

O Centro de Educação em Saúde da Julita exerce um forte trabalho com atendimento psicológico para os beneficiados, em tempos em que a depressão já é uma doença presente na vida de muitos brasileiros e brasileiras – segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS)11,5 milhões de brasileiros sofrem de depressão. Ainda de acordo com a OMS, entre os países da América Latina, o Brasil é o que possui maior número de pessoas em depressão. Além da depressão, o Centro de Saúde lida cotidianamente com casos de violência em seus amplos aspectos (dentro e fora de casa, estrutural etc.), de uso abusivo de drogas e violações de direitos.

O trabalho preventivo e precoce é fundamental, como ressalta Maíra Catenacci.

Não tenho dúvida de que o maior bem de um indivíduo é a sua mente. E nós estamos lidando com um grupo de pessoas em situação de vulnerabilidade, onde muitas vezes falta estrutura familiar e escolar, sendo que o próprio Estado não ajuda.E o trabalho da psicologia é muito importante, já que todo ser humano precisa ter seu fortalecimento interno. Eu acredito mais do que nunca que o projeto de saúde da Fundação Julita tem uma responsabilidade muito grande em ensinar essas crianças, jovens e suas famílias como fazer esse fortalecimento interno, e isso é um trabalho a longo prazo”, finaliza Maíra.

AJUDE VOCÊ TAMBÉM!

Se você também deseja ajudar o Centro de Educação em Saúde da Fundação Julita, entre para essa corrente de solidariedade que está fazendo a diferença na vida de tantas crianças, jovens e suas famílias.

Entre em contato: parcerias@fundacaojulita.org.br

 


Centro de Saúde informa resultados e convida novas parcerias
Fundação e Instituto Mahle fazem parceria em projeto de música

Fundação e Instituto Mahle fazem parceria em projeto de música

A iniciativa irá beneficiar 50 crianças e jovens da comunidade.

Fundação Julita celebra a parceria com o Instituto Mahle que proporcionará aulas de música com o projeto “O Mundo tem Concerto”.

O projeto é uma ação educativa e social que irá proporcionar vivências musicais, com áreas da educação, arte e cultura. Tem como um dos seus diferenciais de ensino a prática do violão – que difere das orquestras tradicionais, trazendo mais brasilidade tanto no som como no repertório.

Sendo assim, nas aulas os alunos irão desenvolver habilidades ligadas à sensibilização artística, acuidade auditiva, expressão, familiarização com instrumentos, localização das notas musicais, postura, entre outras ações pautadas na pedagogia musical.

DESENVOLVIMENTO DA COLETIVIDADE

Outro diferencial do projeto é que ele favorece o convívio em grupo, em aulas coletivas que caminha em oposição às tendências tradicionais do ensino musical, preso ainda às aulas individuais como referência de qualidade. Esta integração desenvolve também a auto-organização, responsabilidade e inserção no mundo cultural, trocas, o aprendizado junto e com o outro, fortalecendo o posicionamento do jovem frente à sociedade.

A EDUCAÇÃO MUSICAL NA FUNDAÇÃO JULITA

A Fundação Julita tem uma trajetória com mais de 15 anos com a educação musical, com parcerias com a Fundação Crespi-Prado e Praticatatum.

Os benefícios da música são incontestáveis. Entre eles, a melhora no desempenho escolar – sobretudo do raciocínio lógico e das habilidades de leitura e escrita – e o socioafetivo. A música tem a capacidade de aproximar as pessoas, que convivem melhor umas com as outras, estabelecendo um meio de comunicação harmonioso. Isso se soma a outros elementos a fim de contribuir com a saúde e o bem-estar de modo geral.

O projeto “O Mundo tem Concerto” visa dar continuidade a essa prática e potencializar o poder transformador da arte e contribuir com a formação cidadã dos participantes do projeto, fortalecendo o processo educativo e a cultura brasileira.

 

Fundação discute o 13 de maio com eventos culturais

O que significa o 13 de maio para você?

Dentro desse questionamento e entendendo a importância de debater a data, a Fundação Julita realizou uma serie de atividades educativas e culturais.
Entre elas, o debate “História do racismo e seus desdobramentos”, com o palestrante Douglas Araújo, Mestre em Estudos da África.

Logo de início o educador explicou um ponto central: de que a humanidade começou no continente africano. Portanto, foram as migrações para outros continentes e a mudança de meio ambiente que ocasionaram as modificações dos traços físicos dos seres humanos. A partir desse entendimento ficou mais fácil entender que não existe raça humana superior à outra, como a própria ciência já comprovou. CLIQUE e leia mais.

Palestra “Fala sobre as religiões de matriz africana e sua importância na resistência cultural”, com o Babalorixá Adriano de Ayra, representante do Fórum Regional de Cultos de Matriz Africana.

Durante o bate papo o Babalorixá explicou termos que integram as religiões de matriz africana, explicou quais são as vestimentas, os rituais e toda a cultura que existe para esses povos tradicionais de origem africana. de matrizes africana. CLIQUE e leia mais.

Debate “Pé no terreiro: pesquisa sobre a presença negra na zona sul”, com o Coletivo Cine Becos.

Com o objetivo de fazer um resgate dos ancestrais afro-brasileiros, questionando quem ajudou a construir a cidade de São Paulo, o Pé no Terreiro fez uma investigação para dar visibilidade positiva aos terreiros de candomblé e umbanda, na periferia na zonal sul. Com isso, buscou mostrar uma nova narrativa periférica, diferente da violência mostrada em programas sensacionalistas de televisão. CLIQUE e leia mais

O Cine Julita debateu o documentário “Quem te Penteia”, CLIQUE e assista

Ainda houve uma roda de conversa sobre a história da capoeira e vivência, CLIQUE e veja mais.

Para conferir como foi a “Exposição Fragmentos estéticos: Afro-brasileiros racismo e religiosidade”, CLIQUE AQUI.

Fundação discute o 13 de maio com eventos culturais
Victoria Faria, ex aluna da Julita, é aprovada na USP

Victoria Faria, ex aluna da Julita, é aprovada na USP

Empoderar para transformar, com esse lema a Fundação Julita vem impactando a vida de crianças, jovens e idosos, que são beneficiados pelos projetos sociais da organização.

Conheça um pouco da emocionante trajetória da Victoria Faria, ex-educanda da Julita.

Eu entrei na Fundação Julita com 14 anos e fiz os cursos de Panificação e o de Projeto de Vida. As aulas de projeto de vida foram muito especiais para mim, pois foi o meu primeiro contato com temas como o feminismo, negritude.

A escolha do meu curso acadêmico foi através do contato que eu tive aqui na Fundação, porque eu aprendi que para ajudar as pessoas eu precisava entender a realidade delas, o porquê que determinadas coisas acontecem na sociedade. E o curso de Ciências Sociais trata justamente disso, de entender a sociedade. A partir disso é possível ajudar e influenciar nas mudanças necessárias”, Victoria Faria, 20 anos, estudante de Ciências Sociais da Universidade de São Paulo –USP.

CONFIRA A ENTREVISTA NA INTEGRA!

https://www.youtube.com/watch?v=OddXkXK8VoU

Vem aí a Festa Junina da Julita

Um dos maiores e mais tradicionais arraiá da comunidade.

Dia 09 de junho tem a Festa Junina da Julita, das 14 às 20h, com entrada gratuita!

Conhecida por ser o maior “arraiá” do bairro, a festa promete muita diversão com música ao vivo, bingo com prêmios especiais, uma grande variedade de brincadeiras e muitas comidas típicas.

Fortalecendo a integração de todas as idades, a festa terá um cortejo de maracatu puxado pelas crianças e adolescentes da Fundação, percorrendo a comunidade antes do início da festa. Além disso, a tradicional quadrilha com jovens e idosos e a fogueira da Julita são algumas das atrações que prometem animar a celebração.

QUALIDADE E PREÇO ACESSÍVEL

O arraiá terá uma variedade de barracas de comidas típicas, com doces e salgados, tudo a preço justo.

Além disso, diversas brincadeiras como “pescaria”, “boca do palhaço” também estarão disponíveis a preço popular, para garantir a diversão de toda a família.

ACOMPANHE AS NOVIDADES

Para acompanhar toda a programação e novidades da Festa Junina da Julita, clique aqui.

Convide os familiares e amigos e venha celebrar com muita alegria e solidariedade.

Toda a renda arrecadada na festa será revertida para os projetos sociais da organização.

SERVIÇO

Festa Junina da Julita 2018

Dia: 09 de junho

Horário: 14h às 20h

Entrada gratuita

Livre para todas as idades

Vem aí a Festa Junina da Julita
Fundação consolida formação em Lian Gong

Fundação consolida formação em Lian Gong

A expectativa é formar mais de 60 instrutores da técnica até o fim do ano, que vão poder atuar inclusive nas UBSs de todo o país.

Desde 2004, a Fundação Julita, em parceria com o Attílio Fontana, oferece aulas de Lian Gong para os beneficiados pelo Programa Araucária (Núcleo de Convivência do Idoso). Neste ano, a Via Cinco, empresa de Attílio Fontana, renovou esse apoio que se expande para além dos muros da organização.

O projeto deu um passo importante, atualmente a Fundação Julita é um polo de formação e multiplicação do Lian Gong. Sendo que, desde 2017, passou a ser um local de capacitação de instrutores de Lian Gong da zona Sul de São Paulo, com 12 pessoas formadas. Neste ano, já estamos com 25 pessoas em processo de formação e nossa expectativa é formar mais de 60 instrutores até o fim do ano”, informa Attílio Fontana.

A prática de Lian Gong está inserida na política pública de saúde entre as chamadas “Práticas Integrativas Complementares” (PICs), sendo oferecida nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o Brasil.

Sendo assim, a Fundação contribui também para a disseminação e a formação desta prática no território e em toda a cidade, capacitando instrutores que podem atuar inclusive na saúde pública.

BENEFÍCIOS À SAÚDE

Com a parceria consolidada, os benefícios da prática continuarão proporcionando mais qualidade de vida para todos da Fundação e da comunidade. 

Lian Gong é uma das principais atividades do grupo da terceira idade da Fundação, por ser uma técnica chinesa composta por 18 terapias que ajudam na melhoria da qualidade de vida dos praticantes, fortalecendo os membros superiores e inferiores.

Essa parceria nasceu da vontade de oferecer alguma coisa de valor para a comunidade. Hoje o Lian Gong beneficia principalmente os idosos da Fundação, mas é uma prática que pode ser feita por pessoas de várias idades. Nosso estilo de vida atual é marcado pelo sedentarismo, com movimentos repetitivos que causam lesões, o que abre espaço para o Lian Gong, pois age justamente na perspectiva preventiva e também curativa, é como se fosse uma ‘autofisioterapia’”, explica Attílio Fontana.

 


Famílias discutem qualidade na escola

Programa Castanheira (Centro de Educação Infantil) reuniu pais, educadores e colaboradores para dialogarem sobre os Indicadores de Qualidade da Educação Infantil, a partir da metodologia criada pela Secretaria Municipal de Educação.

É a quarta vez que a organização realiza essa atividade que busca garantir a qualidade do atendimento para crianças de seis meses a 3 anos e 11 meses.

De acordo com Isis Nascimento, diretora do Programa Castanheira, os indicadores são importantes porque eles permitem avaliar todo o processo de Educação Infantil, desde o espaço físico, materiais pedagógicos ao plano político pedagógico, com a participação de todos os envolvidos.

É muito importante a participação das famílias nesta construção coletiva para que possamos, juntos, viabilizar um espaço de aprendizado ideal para as crianças”, comenta a coordenadora.

ETAPAS DA CONSTRUÇÃO COLETIVA

Nesta primeira etapa da atividade, pais, educadores e colaboradores se reuniram em pequenos grupos para discutir um dos nove eixos a serem avaliados. São eles: “Gestão e Planejamento”, “Multiplicidade de Experiências e Linguagens”, “Interações”, “Promoção da Saúde e Bem-estar”, “Ambientes Educativos”, “Formação e Condições de Trabalho do Educador”, “Rede Sociocultural de Apoio”, “Relações Étnico-Raciais e de Gênero” e “Construção, Escuta e Autoria”.

Depois é feita uma plenária com todos os participantes para apresentação das discussões e, posterior, votação do que precisa ser melhorado. Entre o que foi citado, a comunicação entre a escola e os pais precisa ser aprimorada, assim como a formação continuada dos colaboradores.

REFERÊNCIA NA COMUNIDADE

Muitos familiares elogiaram a atuação do CEI, que é referência na comunidade. Citaram progressos dos filhos e netos, tais como terem desenvolvido o respeito (a capacidade de respeitar a vez do outro), a comunicação e a autonomia. Também comentaram sobre o projeto da Fazendinha (de Educação Ambiental) e de sensibilização à leitura e à musicalização.

Alguns pontos foram esclarecidos pela coordenação do CEI, como o fato de a organização dos transportadores não ser responsabilidade da escola (pois é um serviço terceirizado) e a Campanha de Vacinação ser divulgada, porém com um intuito maior na prevenção, na alimentação saudável para fortalecer o organismo, antes de surgir a doença.

No segundo semestre, a segunda etapa da atividade reunirá os familiares novamente para serem pensadas propostas e soluções de melhoria aos pontos apresentados.

Conheça o Plano Político Pedagógico do Programa Castanheira  =>

Plano de trabalho X Projeto Pedagogia CEI_2018


Famílias discutem qualidade na escola
Jovens do Programa Paineira assiste o Musical Boa Sorte

Jovens do Programa Paineira assiste o Musical Boa Sorte

Espetáculo aborda e debate a vida de uma pessoa soropositiva

Os jovens do Programa Paineira (15 a 17 anos) assistiram ao espetáculo Boa Sorte: o Musical, no Teatro Aliança Francesa, no centro de São Paulo.

O musical, escrito pelo diretor, ator e youtuber Gabriel Estrela, conta, em forte tom autobiográfico, como foi receber a notícia, aos 18 anos, que era portador do vírus HIV. Com um repertório de canções da MPB, em cena o rapaz repensa seus relacionamentos com amigos, família, namorado e médicos depois do diagnóstico.

Com a missão de levar informação sobre a problemática do HIV, além de cultura e arte para os jovens beneficiados pelo programa, além disso muitos jovens foram pela primeira vez ao centro da cidade, após a apresentação, ainda aconteceu um bate papo entre o diretor e o público.

O CONHECIMENTO É A MELHOR FORMA DE PREVENÇÃO

O último relatório divulgado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV /AIDS (UNAIDS), em 2016, apontou que 827 mil brasileiros estão contaminados pelo vírus HIV. Ainda de acordo com o relatório, os jovens de 15 a 24 são os mais suscetíveis.

Por isso, se faz tão necessário debater o tema, como pontua, Anabela Vaz, educadora do Programa Paineira.

O Espetáculo foi muito importante porque ele acompanha a narração de uma pessoa soropositiva, suas reflexões e dilemas. Já o debate que acompanha o espetáculo foi fundamental para os jovens entenderem como se dá hoje a vida de uma pessoa com HIV, diversos esclarecimentos foram feitos. Além é claro do alerta sobre a necessidade da autoproteção, a importância do sexo seguro, que previne uma gravidez indesejável e as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)”.

Já os jovens também compartilham o sentimento de que o espetáculo foi importante:

Eu achei muito interessante o musical porque a sexualidade ainda é um tabu na sociedade. Já o senso comum acha que o HIV é transmitido por qualquer gesto, sendo que não é verdade. E a peça ainda reforça que é importante a preocupação com a saúde. E o debate foi descontraído, leve e informativo”, Erick de Oliveira, 16 anos, educando do Programa Paineira.

Foi interessante conhecer a história de uma pessoa portadora do HIV e saber como ele agiu em relação a isso, como se abriu com a família e como a falta de conhecimento o atrapalhou. Foi importante ouvi-lo falar que as pessoas precisam buscar o conhecimento, já que é uma doença que não tem cura, mas existem tratamentos e todos merecem respeito”, Bianca Maria, 16 anos, educanda do Programa Paineira.

ATRAVESSANDO A PONTE

Muitos dos adolescentes que assistiram ao espetáculo nunca tinham ido ao teatro, nem mesmo ao centro da cidade.

Em pleno ano de 2018, com o avanço das redes sociais, a tecnologia na palma da mão, a desigualdade social é uma realidade que afasta e marginaliza os jovens da periferia, que simplesmente não ocupam os espaços de lazer e cultura, lugares esses que são majoritariamente afastados das periferias.

Por isso, o ato de formação e conhecimento proporcionado pela peça começou muito antes de chegar ao local.

A peça foi incrível, mas só a ida até o teatro já foi de grande importância e teve uma ação educativa transformadora. Sair da periferia e vivenciar lazer e cultura no outro lado da cidade também é importante, conhecer e ocupar outros lugares. O trajeto do extremo da zona sul até o centro, esse tipo de experiência é importante porque os jovens encontram pessoas diferentes e observam a cidade organizada de uma forma diferente. É importante lidar com essa transformação de lugares, sem sentir vergonha ou medo, se reconhecer nesses lugares ajuda no processo de adaptação”, analisa, Anabela, que além de educadora da Fundação Julita, é cientista social.

 

Fundação Julita inaugura sede do Centro de Educação Ambiental

O espaço irá beneficiar 1.200 pessoas diretamente, além de toda a comunidade do Jardim São Luís e entorno.

No último dia 25 de abril, a Fundação Julita inaugurou a sede do Centro de Educação Ambiental, que será um espaço para formação e disseminação de práticas permaculturais.

O evento reuniu parceiros e amigos que puderam conhecer o espaço da sede, composto por um auditório com técnicas de bioconstrução, banheiro seco com telhado verde, laboratório e biblioteca ambientais, cozinha experimental de PANCs (Plantas Alimentícias não Convencionais) e mais de 23 tecnologias permaculturais envolvendo água, resíduos, construção e cultivo de alimentos.

Todas as tecnologias foram criadas em mutirões com a comunidade e são alternativas de baixo custo às necessidades do território, tais como falta de água (cisterna), falta de saneamento (círculo de bananeiras) e alternativas alimentares (PANCs).

MULTIPLICAÇÃO PARA O BENEFÍCIO DA COMUNIDADE

A principal intenção é multiplicar o uso dessas tecnologias sociais, como aponta Jânio de Oliveira, Gestor Geral da Fundação Julita.

A Fundação Julita trabalha pela garantia de direitos da população, em um território marcado pela desigualdade, por isso esse momento é um marco no fortalecimento do trabalho coletivo. Essa sede tem energia de mudança, acreditamos e realizamos um sonho que compartilharemos com todos”.

Crédito: Leu Brito -DiCampana

O espaço irá proporcionar vivências e conhecimentos sobre a preservação do meio ambiente e sobre tecnologias socioambientais para as crianças, jovens e idosos beneficiados pela Fundação. Ainda haverá cursos e formações para educadores sociais e de escola formal, visitas guiadas com estudantes de escolas públicas e privadas, atividades para estudantes de biologia e para pessoas interessadas em permacultura.

A intenção é que todos possam vivenciar profundamente os princípios da educação ambiental para que, empoderados de conhecimentos, possam disseminar o aprendizado em seus espaços de atuação.

O SONHO REALIZADO

Já para Flávia Cremonesi, coordenadora do Centro de Educação Ambiental da Fundação Julita, a construção da sede marca o fortalecimento das práticas ambientais.

A Casa Verde, como chamamos carinhosamente a sede do Centro de Educação Ambiental, foi a primeira coisa sonhada para a Fundação Julita. Há 8 anos, foi criado o Centro de Educação Ambiental e agora a construção da sede, depois de todos esses anos, mostra o fortalecimento e a sedimentação do Centro, sendo que a proposta pedagógica e ecológica está muito mais perenizada na Fundação Julita”, analisa.

Foto: Léu Britto

A Fundação Julita, que contém uma imensa área verde, luta para que esse espaço seja preservado.

Vencemos todas as dificuldades do processo de construção, prevalecendo as afinidades e as boas energias. É uma conquista incrível! Para a Fundação Julita, a sede, entre outras coisas, significa a ocupação dos espaços, um espaço com energia positiva que harmoniza com a natureza, um espaço que beneficiará a comunidade oferecendo acesso a alternativas para os problemas ambientais do território”, finaliza Flávia Cremonesi.

Confira mais fotos da inauguração AQUI.

UMA FAZENDINHA NA COMUNIDADE

Centro de Educação Ambiental é sediado em um espaço verde privilegiado e único, sobretudo nas áreas urbanas de periferia: são 47 mil m² divididos em áreas construídas para o atendimento da comunidade, fazendinha com diversos animais e um fragmento secundário de Mata Atlântica, que é ponto de descanso e nutrição de muitas aves migratórias.

Foto: Léu Britto

Dentre as competências do Centro, há duas grandes áreas de atuação: a Pedagógica e a Ecológica.

No que confere às práticas pedagógicas, o Centro de Educação Ambiental tem o constante desafio de dialogar com todos os programas da Fundação Julita (Programa Castanheira, Programa Ipê-Amarelo, Programa Paineira e Programa Araucária), visando aproximar os princípios, valores e ética da Permacultura e da Pedagogia da Terra às práticas cotidianas no processo de ensino-aprendizagem de crianças na primeira infância até idosos.

As atividades se dão no terreno das formações dos educadores de todos os programas, dos educandos e de suas famílias e da comunidade beneficiada, diretamente em oficinas e vivências de Educação Ambiental e Permacultura.

O Centro tem parceria com o Coletivo Dedo Verde (para a coleta de óleo).

Para agendar sua visita, conversar sobre parcerias, escreva para: ambiental@fundacaojulita.org.br

  


Fundação Julita inaugura sede do Centro de Educação Ambiental
Fundação Crespi-Prado renova parceria de lazer e cultura

Fundação Crespi-Prado renova parceria de lazer e cultura

O projeto “Encontro das Culturas” deve beneficiar cerca de 16 mil pessoas

Fundação Crespi-Prado renova apoio financeiro ao projeto “Encontro das Culturas”, que proporciona diversas atividades educativas e recreativas para a comunidade.

As atividades beneficiam os educandos dos programas Castanheira e Ipê-Amarelo, de 4 meses a 14 anos, com a manutenção das ações de sensibilização musical, vivências e formação.

Além disso, para 2018, o projeto traz diversas atividades de lazer aos fins de semana, tendo uma expectativa de participação de em torno de 16 mil pessoas da comunidade.

SENSIBILIZAÇÃO PARA A CULTURA E A ARTE

Algumas ações serão propostas para a interação e o envolvimento dos visitantes em oficinas esportivas e campeonatos, com a intenção de sensibilizá-los para as linguagens culturais e artísticas.

Sendo assim, o “Encontro das Culturas” é um marco na comunidade do Jardim São Luís, beneficiando crianças, jovens e adultos, uma vez que a programação e as oficinas culturais são pensadas e planejadas para as diversas faixas etárias.

O Projeto ‘Encontro das Culturas’ busca fomentar o acesso à cultura, potencializando as ações dentro da organização, beneficiando moradores do Jardim São Luís e entorno. A parceria com a Crespi-Prado proporciona diversos avanços nesse sentido. Hoje a Fundação Julita é referência no local: aos fins de semana, acontecem várias ações esportivas e de lazer na organização, como o karatê, além de atividades culturais como oficinas de contação de história e eventos e de educação ambiental”, analisa Jorge Prada, presidente da Fundação Crespi-Prado.

Doação de Imposto de Renda Pessoa Física 2018

A destinação do seu Imposto de Renda pode ajudar na continuidade do projeto de Saúde Nutricional da Fundação Julita.

Pessoas Físicas que declaram o Imposto de Renda no modelo completo podem destinar até 6% do Imposto Devido via Conselho Estadual da Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Condeca). De forma simples e segura, é possível fazer a destinação da doação no momento do preenchimento da declaração do IR, via DARF.

O prazo para efetuar o pagamento do Darf é até dia 30 de abril.

Após a destinação da doação, o doador deverá enviar ao Condeca, via email: condeca@seds.sp.gov.br a carta de direcionamento e o comprovante de depósito e pagamento do DARF quando for o caso.

Envie também uma cópia dos documentos ( comprovante de pagamento DARF e Carta de Direcionamento)  para a Fundação Julita: parcerias@fundacaojulita.org.br. Assim monitoramos a sua doação!

CONHEÇA MAIS SOBRE O PROJETO DA FUNDAÇÃO JULITA APROVADO NO CONDECA:

Saúde Nutricional para o Aprendizado e o Desenvolvimento Saudável

Objetivo: Contribuir para a melhora da saúde nutricional da população moradora da região do Jardim São Luís e entorno, que vive em situação de vulnerabilidade social, minimizando os impactos de uma alimentação não saudável para o desenvolvimento cognitivo e físico.

Número de beneficiados: 775 crianças e adolescentes de 4 meses de vida a 17 anos de idade.

Tempo de execução do projeto: 12 meses.

Atividades:

Preparação de cardápios, seguindo orientação da pirâmide de alimentos, para educandos de forma adequada para cada faixa etária;
Ações de educação alimentar;
Medições de curva do crescimento para avaliar deficiências nutricionais, como desnutrição ou sobrepeso;
Atendimento individual em Nutrição (tratamento e acompanhamento dos casos ligados ao comportamento alimentar, desnutrição, baixo peso, sobrepeso e obesidade).
Avaliação e triagem dos educandos com risco de saúde bucal; Atendimento dos casos urgentes em odontologia; Articulação com a rede pública de atendimento;
Orientações sobre higiene bucal.
Em caso de dúvidas, escreva para carlaprates@fundacaojulita.org.br ou comunicacao@fundacaojulita.org.br

 


Doação de Imposto de Renda Pessoa Física 2018
Fundação Julita e Sesc Campo Limpo firmam parceria

Fundação Julita e Sesc Campo Limpo firmam parceria

Fundação Julita celebra parceria com o Sesc Campo Limpo para fortalecer a realização e a propagação de atividades culturais e educativas voltadas à comunidade.

Os pilares das ações do Sesc que contemplam atividades relacionadas ao Meio Ambiente, Saúde Física e Emocional, Cultura e Esporte são exatamente as áreas que os Centros de Saúde, Educação Ambiental e Esporte da Fundação Julita atuam.

Para o gerente do Sesc Campo Limpo, Mario Fernandes, trata-se de um feliz encontro que inaugura o planejamento de possíveis ações educativas em conjunto, que certamente renderão muitos frutos.

Esta parceria envolve a divulgação da programação do Sesc, a participação de crianças, jovens, idosos e famílias em atividades realizadas pelo Sesc, a integração dos jovens do “Programa Comunidade em Movimento” da Fundação Julita com os jovens do Sesc, além de apoio da instituição em eventos que serão realizados na Fundação”, comenta Célia Hara, coordenadora do setor de Parcerias e Relacionamento da Fundação Julita.

JOVENS DA JULITA PARTICIPAM DO “JUVENTUDES EM FOCO”

Como início da parceria, os jovens da Fundação Julita participaram do evento “Juventudes em Foco – Juventudes Periféricas”, no Sesc Campo Limpo, que contou com as participações do rapper, Rincon Sapiência, e do produtor cultural, Claudio Prado.

O evento debateu a produção cultural como forma de resistência e expressão de identidade; questões essas que já estão em debate no dia a dia da Julita, como analisa Leidyla Nascimento, educadora e coordenadora de Educomunicação da Fundação.

Foi fundamental a participação dos jovens no evento partindo de dois pontos importantíssimos para a formação deles. Primeiro, é que já estamos há algum tempo falando sobre ser jovem na periferia partindo da sua identidade e direitos. Sendo assim, participar do evento é reafirmar a nossa fala e nosso posicionamento sobre a importância do fortalecimento da identidade e da garantia dos direitos da juventude. O outro ponto é que garantimos que os jovens estejam em outros espaços de formação. Muitos nunca tinham ido ao Sesc e não sabiam que era um espaço aberto para eles”.


Use a Doação Automática e doe suas notas fiscais

Ajudar na continuidade dos nossos projetos sociais que beneficiam crianças, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade social, por meio da doação da nota ou cupom fiscal, ficou mais simples graças à Doação Automática.

Desde o dia 01/01/2018 a doação será apenas via Doação Automática ou Aplicativo do Programa  Nota Fiscal Paulista, ou seja, não será mais necessário que você traga os cupons fiscais até a organização.

Para realizar a Doação Automática basta fazer o cadastramento no site, apenas uma vez, e sempre solicitar a nota fiscal ou cupom fiscal com CPF nos estabelecimentos comerciais, que automaticamente a doação será realizada em prol da Fundação Julita.

Confira o passo a passo e faça seu cadastramento automático:


1- Acesse e faça o login:
 http://nfp.fazenda.sp.gov.br

2- Clique na aba “Entidades” e escolha a opção doação de cupons com CPF (automática) 

3- Escolha o período anual e Digite o CNPJ da Fundação Julita: 62.805.759/0001-07 


4 Clique em “Confirmar Doação Automática”


á se você preferir doar por meio do aplicativo, clique aqui e confira o passo a passo.

Dúvidas, escreva para: comunicacao@fundacaojulita.org.br

Use a Doação Automática e doe suas notas fiscais
Clube de ex-alunos da Julita adere ao voluntário solidário

Clube de ex-alunos da Julita adere ao voluntário solidário

Com atividades diversas, ex-educandos ajudam em eventos e campanhas.

Com 66 anos de trajetória, muitos alunos (as) já passaram pelos programas de atendimento da Fundação Julita. Pensando nisso, foi inaugurado, em 2017, o “Clube de Ex-Alunos” da Julita,espaço onde esses ex-educandos (as) podem continuar participando, ajudando e contribuindo com a Fundação, além de se reencontrarem, trocar ideias e experiências e fazer novos contatos.

O Clube vem demonstrando toda a sua forca e potencial participando ativamente de eventos e campanhas da Julita.

RETRIBUINDO O CARINHO E AJUDA RECEBIDA

Os participantes do “Clube de Ex-Alunos” têm ajudado com trabalhos voluntários, que é uma das formas de retribuir à Fundação Julita tudo o que receberam.

São tarefas simples, mas que fazem toda a diferença. Exemplo disso foi a participação do Clube no evento “FeiJu + Bazar” de março, onde os jovens ajudaram de diversas formas.

LEIA ALGUNS RELATOS DE COMO FOI ESSA PARTICIPAÇÃO SOLIDÁRIA:

Eu gostei muito de ajudar na feijoada, porque a minha sensação é que a gente é ajudada também, sabe? Ficar rodeado de gente positiva, rever pessoas, fazer novos contatos, trocar experiências. Acredito que faça bem para os dois lados:  para a organização e para quem está devolvendo um pouco para a Julita aquilo que lhe foi proporcionado, fazendo com que a Fundação consiga arrecadar mais para continuar com  seus projetos e impactando mais pessoas. Esse é um bom motivo para participar!”

Nathalia Cardoso, 25 anos, ex-aluna do curso de Qualificação Profissional com ênfase em Panificação. Hoje Nathalia trabalha na Unilever, também por intermédio da Fundação Julita.

Minha experiência como voluntário foi gratificante!, pois não há melhor forma de ajudar de coração a uma instituição que só ajuda e só quer o bem da comunidade”.

João Paulo, 23 anos, ex-aluno dos cursos de Hotelaria e Assistente Administrativo, no ano de 2013.

Sempre que participo de algum evento da Julita, são experiências e sensações incríveis! Pois, além de aprender um pouco mais, consigo reencontrar pessoas com quem compartilhei parte da minha infância e adolescência. E para os ex- alunos, se possível, sejam voluntários, porque uma mão lava a outra e voltar para a Julita é sempre bom“.

Maikon Roberto, 20 anos, entrou na Julita com 4 anos e ficou até os 16 anos. Ex-aluno dos cursos de  Panificação, Auxiliar Administrativo e Espanhol. Atualmente, é universitário no curso de Gastronomia.

Desde muito novo sabia que desejava ser cozinheiro, entrei na Fundação visando isso mesmo. A Fundação Julita foi meu primeiro contato com uma cozinha grande de produção. E sempre sou voluntário nas feijoadas, festas juninas, festivais para ganhar experiência. Claro que agora por já estudar e trabalhar na área eu participo mais com a mentalidade de ajudar mesmo, pois acredito que contribuir com a Fundação significa ajudar mais jovens a terem mais experiências como as que eu tive. Então, sempre que possível pretendo continuar ajudando com voluntariado”.

Matheus Gregório, 18 anos, ex-aluno do curso de Qualificação Profissional com ênfase em Panificação, em 2014. Atualmente, cursa Gastronomia.

ARTICULAÇÃO EM REDE

O “Clube de Ex-Alunos” tem um grupo fechado no Facebook onde acontecem as trocas de ideias e divulgação de eventos, tarefas, além de dicas de cultura, lazer e trabalho. Ainda há um grupo de WhatsApp que facilita a comunicação de reuniões mensais, a fim de fortalecer os laços de convívio.


Jovens ganham bolsas integrais para a Universidade de Educação Física

Parceria com o Senac ajuda na continuidade do ‘Projeto Comunidade em Movimento’.

O “Comunidade em Movimento” é uma grande conquista da Fundação Julita, que conta com a parceria da Fundación Mapfreclique e saiba mais.

Agora, a Fundação Julita anuncia outra boa notícia: o Centro Universitário Senac é mais um parceiro deste projeto, como explica Carlos Costa, coordenador do Centro de Educação pelo Esporte da Fundação Julita.

A Fundação Julita foi atrás de parceiros para dar possibilidades de aumentar o número de jovens moradores da região ingressando no curso superior. Primeiro, a Fundación Mapfre, por meio de seu programa Cooperacion Internacional, se tornou financiadora do projeto, com o repasse de uma bolsa auxílio mensal por um ano aos estudantes. Posteriormente convidamos o Centro Universitário Senac a também se tornar parceiro. Esta segunda parceria do projeto conta com a concessão de 9 bolsas de estudos de valor integral no curso de Licenciatura em Educação Física, como contrapartida os jovens.

O projeto também prevê que os jovens cumpram 20 horas semanais de mentoria, auxílios, elaboração, execução e avaliação de projetos na Fundação Julita, mais a participarão nos programas de extensão do Centro Universitário Senac”.

EDUCAÇÃO DE QUALIDADE PARA TODOS

Essas parcerias representam uma grande vitória, pois a Fundação Julita acredita que com a união da comunidade, parceiros e amigos é possível criar uma sociedade justa que proporcione acesso aos direitos básicos, como o acesso a uma educação de qualidade em todas as esferas.

A Fundação Julita está investindo na formação desses jovens porque acreditamos que, com a apropriação do conhecimento adquirida na universidade, eles poderão colocar em prática aqui na comunidade (o que aprenderam), trabalhando no desenvolvimento das crianças, jovens, adultos e idosos. Foi feito um acordo com os jovens para que durante e após a conclusão do curso eles devolvam o investimento trabalhando pela melhoria da comunidade”, comenta Jânio de Oliveira, Gestor Pedagógico da Fundação Julita.

O projeto “Comunidade em Movimento” é um desdobramento do curso “Jovens Monitores em Esporte”, que já contribuiu para 24 jovens ingressarem na univerdade desde 2012 (saiba mais abaixo).

PRÁTICA PEDAGÓGICA DA FUNDAÇÃO JULITA SENDO MULTIPLICADA

A Fundação Julita se orgulha de ter jovens que são ex-alunos do Projeto Jovens Monitores em Esporte atuando e multiplicando o conhecimento em escolas na região, como na escola Escola Estadual Professora Marilsa Garbossa

Identificar que ex-educandos (as) estão atuando em outras instituições e equipamentos públicos do território é a concretização do objetivo geral do projeto. Estas pessoas traçaram seus projetos de vida individuais, mas olham e continuam contribuindo para a comunidade. Temos convicção que daqui há alguns anos acompanharemos esses jovens assumindo escolas, unidades básicas de saúde e contribuindo para o desenvolvimento local”, finaliza Carlos Costa.

CONFIRA ALGUNS DEPOIMENTOS DESSES JOVENS QUE SÃO AGENTES DE TRANSFORMAÇÃO

“ O curso Jovens Monitores em Esporte foi de suma importância para o meu ingresso na faculdade. O curso me proporcionou uma vivência muito ampla da rotina de um educador, seja em planejar e aplicar atividades  até a entender o próximo na sua singularidade. Com as dinâmicas e projetos que o curso propôs pude ter liberdade de me expressar, seja escrevendo  ou realizando um projeto criado por mim e pelos meus colegas. Fico muito feliz em ter feito parte  dos Jovens Monitores em Esporte, me agregou muitos valores pessoais e profissionais que irei levar comigo. Agradeço aos professores e a todos que fizeram parte desse meu trajeto, espero um dia poder retornar a instituição Fundação Julita, para poder retribuir e mostrar que o curso é importante e que vale o investimento, pois foi o meu primeiro passo para me tornar uma educadora”.

Vanessa Minervino Teixeira, cursando o 4º semestre de Educação Física, é bolsista via Programa Escola da Família, multiplicando os conhecimentos do curso na Escola Estadual Professora Marilsa Garbossa, na região do Jardim São Luís.

O curso dos Jovens Monitores em Esporte foi um momento muito importante na minha vida, pois, com ele, eu pude ter uma vivência e acima de tudo aprender como é a vida de um educador. O curso foi um dos motivos de eu ter entrado na faculdade de Educação Física e querer me tornar um professor. Creio que a Fundação Julita faz um ótimo investimento e vale muito a pena. Os jovens que entram no curso saem com uma visão muito boa sobre a faculdade de Educação Física e sobre como ser um educador. Por isso, agradeço a todos os educadores que fizeram parte desta etapa da minha vida. E espero um dia retornar à Instituição e mostrar tudo que me foi passado. Obrigado!”.

Henrique Lira da Silva, cursando o 4º semestre de Educação Física, é bolsista via Programa Escola da Família, multiplicando os conhecimentos do curso na Escola Estadual Professora Marilsa Garbossa, na região do Jardim São Luís.

PROJETO JOVENS MONITORES EM ESPORTE

O Projeto Jovens Monitores em Esportes (JME), desenvolvido desde 2012 pela Fundação Julita em parceria com a Fundação Prada, colhe muitos resultados positivos. Educandos (as) do projeto são estimulados a elaborar seus projetos de vida, alinhando metas educacionais, profissionais e comunitárias. O retorno é imediato para a comunidade local, por meio da atuação em monitoria e eventos esportivos, recreativos e de lazer; multiplicando práticas, princípios e valores como reconhecimento das diferenças, participação de todos, cooperação e construção coletiva. No médio e longo prazo, estas pessoas vão se tornando agentes da transformação da realidade local.

Jovens ganham bolsas integrais para a Universidade de Educação Física
Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo renova apoio ao Ipezinho

Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo renova apoio ao Ipezinho

O segundo ano de parceira possibilitará o atendimento psicopedagógico para as crianças e os familiares.

Fundação Julita anuncia com muita alegria a renovação da parceria com o Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo que, desde o ano passado, é parceiro financeiro do Projeto Ipezinho, beneficiando 50 crianças de 4 a 5 anos em vulnerabilidade social por ano.

Para 2018, o Projeto Ipezinho iniciará um novo ciclo: além da manutenção do atendimento, haverá a atuação de profissionais da psicopedagogia. Estes profissionais atuarão, em conjunto com a equipe de psicologia da Fundação Julita, para trazer alternativas às dificuldades que possam interferir no processo de aprendizagem das crianças a partir da análise do comportamento dos educandos.

Além disso, o profissional de psicopedagogia irá também desenvolver atendimento junto às famílias das crianças, favorecendo o desenvolvimento integral no processo diário.

Uma vez que o trabalho realizado pela Fundação Julita tem como referência a Proteção Básica dentro da Política de Assistência Social, várias ações do Projeto Ipezinho foram pensadas para ampliar a participação e a consciência das famílias em relação ao desenvolvimento de seus filhos e filhas.

O Ipezinho permite que as crianças do projeto recebam incentivos para seu desenvolvimento cognitivo, físico e emocional no contraturno escolar. Os resultados desse tipo de iniciativa ficam evidentes na baixa taxa de evasão, na adesão dos alunos às atividades propostas e na participação dos familiares nas reuniões pedagógicas e em seus eventos voltados para toda a comunidade“, comenta Isabel Aché Pillar, superintendente do Instituto CSHG.

PROJETO IPEZINHO

O Projeto Ipezinho consiste no atendimento em contraturno escolar, direcionado à faixa etária dos 4 aos 5 anos e 11 meses para crianças em alta vulnerabilidade social, que faziam parte da creche da Fundação Julita. É um projeto único e muito importante, pois não existe, na região, atendimento no período oposto ao da pré-escola formal no âmbito da política pública de assistência social.

A iniciativa tem como base a Educação Popular; sendo assim, o educador, a partir da realidade da criança, é quem constrói as atividades dentro de quatro áreas multidisciplinares: Educação Ambiental, Educação pelo Esporte, Educação pela Cultura e Educação em Saúde. No projeto pedagógico, há uma ênfase maior para a sustentabilidade e a educação ambiental, uma vez que a Fundação tem uma extensa área verde (4 mil m² de Mata Atlântica) e uma fazendinha, com diversos bichos de pequeno e grande porte.

As ações socioeducativas visam ao desenvolvimento da cidadania e de princípios éticos e valores, sobretudo da autonomia, identidade, respeito ao meio ambiente e a construção do ser crítico (da reflexão sobre atitudes individuais e coletivas e o convívio com as diferenças).

Feiju + Bazar reúne famílias e marca o início dos eventos 2018

O último sábado, dia 16, foi muito especial com o retorno do evento “FeiJu+ Bazar”. Em torno de 350 pessoas prestigiaram o evento; muitas famílias e amigos se reuniram e passaram uma tarde de muita alegria e confraternização, aproveitando o dia no espaço da Fundação Julita.

Crédito: Leu Brito -DiCampana

Toda a renda arrecadada neste dia será revertida para a manutenção dos nossos projetos sociais. Outros eventos também estão previstos neste ano com o mesmo objetivo: além de permitirem a integração e o convívio familiar e comunitário ainda oferecem uma importante ajuda para a continuidade de nossas ações sociais.

DESTAQUES DO EVENTO

Com destaque para os brinquedos, o Bazar encantou as crianças e os pais que puderam adquirir produtos de qualidade a um preço bem acessível.

Já a famosa Feijoada Julita foi um grande sucesso, na versão tradicional e vegetariana. Tivemos a presença do DJ Nando tocando e deixando o evento ainda mais animado.

Nosso muito obrigado a todos que compareceram, prestigiaram e ajudaram a fazer da “FeiJu + Bazar” de março um sucesso, demonstrando a força da união da comunidade !

Crédito: Leu Brito -DiCampana

Crédito: Leu Brito -DiCampana

VOLUNTARIADO QUE FAZ A DIFERENÇA!

Um dos pilares da Julita é a valorização do trabalho voluntário, a importância da união da comunidade e do pensar e agir coletivamente.

Sendo assim, nossa gratidão a todos os voluntários e voluntárias que doaram seu tempo e dedicação e ajudaram durante o evento.

Os colaboradores da organização vieram como voluntários para trabalhar no bazar e na feijoada. Tivemos ainda a presença de jovens dos programas: Comunidade em MovimentoJovens Monitores em Esporte e Paineira. Para completar, ex-alunos (as) da Julita, que fazem parte do Clube de Ex-alunos, também compareceram e ajudaram de forma voluntária.

Crédito: Leu Brito -DiCampana

ANOTA NA AGENDA

A “FeiJu+ Bazar” mal acabou e já estamos com saudades! A boa notícia é que essa foi só a primeira edição do ano e que teremos muitas outras.

O próximo evento será dia 12 de maio, em breve mais detalhes.

Fotos: Léu Britto – DiCampana

Feiju + Bazar reúne famílias e marca o início dos eventos 2018
Fundação Lama Gangchen fortalece parceria com a Julita

Fundação Lama Gangchen fortalece parceria com a Julita

Com a apresentação dos resultados satisfatórios de 2017, novas atividades vão acontecer em 2018.

Fundação Lama Gangchen Para a Cultura de Paz fez a primeira formação de 2018 com os funcionários da Fundação Julita e apresentou os resultados do “Programa Ser em Paz Julita 2017”.

Ao todo, foram 72 encontros com a formação de 35 educadores que aprenderam a Prática da Respiração e Concentração (PRC), que promovem equilíbrio das emoções, foco e qualidade de vida.

Com isso, todo o conhecimento adquirido foi multiplicado no dia a dia com os educandos, como forma de potencializar uma melhor convivência em grupo, mediar conflitos e estabelecer uma conexão que traga calma e tranquilidade.

Essa prática coloca a gente no nosso centro enquanto tanta coisa tira a gente do nosso centro. Por isso, é muito importante como prática pedagógica. Pretendemos envolver educadores, educandos e seus familiares”, ressalta Jânio de Oliveira, Gestor Pedagógico da Fundação Julita.

RESULTADOS EM 2017

Para mapear os resultados do “Programa Ser em Paz Julita 2017” foI feita uma pesquisa no final dos encontros. Os educadores afirmaram que sentiram em suas atividades mudanças após a introdução da PRC como o controle da ansiedade e a tranquilidade no momento de mediar algum conflito.

Já para os educandos, eles afirmaram que a PRC traz harmonia para o grupo, que gostam da prática e de conduzir o processo.

ESTAMOS NO CAMINHO CERTO!

Mais um importante indicativo apresentado na formação está relacionado com a “Base Nacional Comum Curricular” (BNCC) que %C

Projeto incentiva a prática esportiva na comunidade

O slogan da Fundação Julita é “Empoderar para Transformar”. Seguindo esta diretriz nasceu o Projeto “Comunidade em Movimento”, que, em parceria com a Fundación Mapfre,

irá beneficiar 1.300 crianças, adolescentes, jovens e idosos da comunidade do Jardim São Luís e bairros vizinhos por meio de ações esportivas realizadas pelos jovens que participam do curso “Jovens Monitores em Esporte” da Julita.

O projeto teve início com a seleção de 10 jovens que irão desenvolver atividades esportivas para a comunidade, como explica Carlos Costa, coordenador do Centro de Educação pelo Esporte da Fundação Julita.

“Esses jovens são agentes de transformação e as atividades desenvolvidas por eles vão beneficiar 1.300 pessoas que participam dos projetos sociais da Fundação Julita. Entre as atividades que serão desenvolvidas pelos ‘jovens monitores’ estão: organização de espaços, condução de crianças e idosos; realização de eventos como as Colônias de Férias, Gincana com Idosos e projetos de pesquisa e intervenção, onde serão estimulados a perceber necessidades dos programas da organização para estudá-los, preparar intervenções, realizá-las e avaliá-las. Todo esse processo será supervisionado pelos  educadores e coordenação do Centro de Educação pelo Esporte da Fundação Julita”, completa Carlos.

Bolsa-auxílio para ajudar no acesso à universidade
Em contrapartida, os jovens receberão uma bolsa-auxílio como incentivo a acessarem a universidade de Educação Física, assim fortalecendo a atuação deles no projeto e na comunidade. Para muitos, essa é a grande oportunidade de ingressarem no ensino superior.

“Mesmo com planos de cursarem a Faculdade, os jovens beneficiados pela organização tinham a barreira econômica como empecilho. Então, traçamos o ‘Comunidade em Movimento’ para promover a transformação em suas vidas e, consequentemente, de suas famílias e da comunidade”, enfatiza Carlos Costa.

Superando desafios
Em termos práticos, ainda em 2017 foi dado o início para a seleção das bolsas. Muitos jovens se interessaram pela iniciativa e participaram do processo seletivo, que teve como critérios de avaliação: o jovem ter o ensino médio concluído ou finalizar o ensino médio naquele ano, além de ter como projeto de vida o estudo superior em Educação Física.

Após essa triagem, houve uma pré-seleção com a participação de 20 jovens, que realizaram teste psicológico, dinâmicas em grupo e entrevistas junto aos seus familiares.

“Escolher 10 jovens entre os pré-selecionados foi uma tarefa muito difícil! Porém, foi preciso implantar um processo seletivo devido ao limite de vagas. Durante a seleção, os jovens se empenharam e se classificaram de acordo com suas próprias respostas”, analisa Regiany Pereira, educadora do curso “Jovens Monitores em Esporte”.

Como esse projeto vai impactar suas vidas?
Fizemos esta pergunta aos jovens que foram selecionados para participar do “Comunidade em Movimento”; leia alguns depoimentos:

 “Mais importante do que a bolsa é o Projeto ‘Comunidade em Movimento’ e o contato que teremos na área. É uma melhoria para a comunidade e como isso é importante porque a gente vive aqui e entende a realidade”Hortência Costa, 22 anos.

 

“Estou na Julita há 8 anos, estudo com a minha irmã e nós dois vamos começar a Faculdade juntos. Tudo isso é muito precioso! Por questões financeiras, nós não iríamos conseguir entrar na faculdade, agora seremos os primeiros da família a ingressar na universidade”Bruno Cunha, 19 anos.

 

“Eu terminei o ensino médio ano passado e já vou começar a Faculdade, junto com o Bruno, que é meu irmão. Quero estagiar na Julita e pretendo continuar aqui”. Talita Cunha, 17 anos.

 

“Estou há 10 anos na Julita. Cheguei a entrar na Faculdade em 2015, mas tive que parar. Ano passado tentei de novo cursar e não consegui. Então, quando surgiu essa oportunidade do projeto, eu fiquei muito feliz e pensei: ‘agora chegou a minha hora’! Esse projeto chegou no momento certo! Neste ano vou começar a estudar”. Jemerson Araújo, 22 anos.

 

“Estou muito feliz! Sempre quis fazer Educação Física. Minha família está muito feliz, minha mãe está radiante, eles confiam muito em mim”. Vinicius Souza, 17 anos.

 

“Ganhar a bolsa-auxílio foi incrível! Eu sempre quis fazer Educação Física. A minha família está muito feliz!”Carolyne Silva,19 anos.

 

“Ser selecionado foi demais! Desde criança eu sempre gostei da área de esporte. Minha mãe me incentivou a estudar e a seguir pelo caminho certo e estamos todos felizes”.Rick Silva, 19 anos.

 

“Tudo foi muito extraordinário! No processo seletivo, quando eu ganhei, foi um alívio e motivo de felicidade! Não esperava que fosse entrar na faculdade e agora é uma realidade!”  Karine Martins, 18 anos.

 

JOVENS MONITORES EM ESPORTE

Desde 2012 a Fundação Julita em parceria com a Fundação Prada desenvolve o projeto “Jovens Monitores em Esporte”, sendo uma iniciativa pioneira na área da qualificação profissional voltada para o esporte, que atua baseada no esporte educacional, trazendo a possibilidade para os educandos da Fundação Julita de se tornarem um educador. A Fundação Julita, por atuar em uma comunidade com população de aproximadamente 290 mil pessoas, aposta em processos educacionais que valorizam a multiplicação, visando fortalecer o empreendedorismo social de grande impacto.

Projeto incentiva a prática esportiva na comunidade
Doe seu cupom fiscal sem CPF e ajude nossos projetos sociais

Doe seu cupom fiscal sem CPF e ajude nossos projetos sociais

No pagamento das compras, é possível solicitar Cupom Fiscal sem CPF ou CNPJ e encaminhá-los para a Fundação Julita. Os cupons doados serão cadastrados no Programa Nota Fiscal Paulista e revertem em recurso para os projetos sociais da organização.

PARA CONTRIBUIR, BASTA:

♥ Pedir Cupom Fiscal sem CPF ou CNPJ em qualquer estabelecimento comercial (no mercado, no açougue, na loja ou outros)

♥ Enviar os cupons fiscais (de qualquer valor) para a Fundação Julita por correio (rua Nova do Tuparoquera, 249 – Jardim São Luís – cep: 05820-200 – A/C: Eduardo Haddad) ou pessoalmente (temos uma urna de recolhimento no setor administrativo da organização)

♥ Outra forma de doação é pelo aplicativo Nota Fiscal Paulista, disponível para Android ou IOS

Em caso de dúvida, entre em contato com Célia Hara, pelo e-mail: parcerias@fundacaojulita.org.br ou pelo telefone: (11) 5853-2050 (ramal 1112); procurar por Célia ou Carla.

PRAZO DE CADASTRAMENTO

Para nos apoiar, não demore em enviar os cupons fiscais, pois temos um prazo de cadastramento das notas: até o dia 20 do mês seguinte, ou seja, cupons enviados até 20 de novembro só podem ser cadastrados até 20 de dezembro.

PONTOS DE COLETA

Se você tem um comércio e quiser ser ponto de coleta de cupons fiscais para serem doados à Fundação Julita, entre em contato conosco pelo e-mail: parcerias@fundacaojulita.org.br

Seu Cupom Fiscal pode garantir um futuro melhor para 1.200 crianças, adolescentes, jovens e idosos em vulnerabilidade social!


Empresas parcerias realizam voluntariado na Julita

Em 2017, a Fundação Julita recebeu diversas empresas parceiras que realizaram ações de voluntariado.

A troca de experiências e convivência entre os funcionários e as crianças, jovens e idosos da organização foi engrandecedora e emocionante.
Obrigado a todos que participaram e esperamos viver novos momentos juntos!

ORACLE REALIZA AÇÃO VOLUNTÁRIA NA FUNDAÇÃO JULITA

As crianças do Programa Castanheira, de seis meses a 3 anos, tiveram um dia muito especial proporcionado pela Ação Voluntária da empresa de tecnologia, Oracle. Os funcionários doaram livros e fizeram contação de história, além de um piquenique com as crianças.

 

 

SAMSUNG REALIZA AÇÃO VOLUNTÁRIA NA FUNDAÇÃO JULITA

Cerca de 30 funcionários da Samsung tiveram um dia especial na Fundação Julita. Com um dia de ação voluntária, os colaboradores tiveram a oportunidade de conhecer vários projetos sociais da organização: Programa CastanheiraIpê-AmareloPaineira e Araucária (Núcleo de Convivência do Idoso).

As atividades envolveram manutenção dos espaços, integração com as crianças, bingo com os idosos e palestra sobre o mercado de trabalho com os jovens.

 

 

 

PFIZER FAZ AÇÃO VOLUNTÁRIA NA JULITA

Sessenta funcionários da Pfizer Brasil estiveram em ação voluntária com as crianças do Programa Ipezinho, que beneficia crianças de 4 a 6 anos, da Fundação Julita.

Os participantes revitalizaram brinquedos, instalaram balanços, limparam o local, construíram brinquedos de pneus e realizaram oficina de arte e pintura com as crianças.

Ao final, os voluntários expressaram em palavras o que significou a ação: simplicidade, colaboração, gratidão, troca de carinho e de sorrisos, futuro, alegria, gratificante, carinho, empatia, cooperação, crescimento, show de bola, foram alguns sentimentos que marcaram o dia.

 

 Para saber mais sobre o setor de voluntariado da Fundação Julita, escreva para: carlos.magno@fundacaojulita.org.br   // parceiras@fundacaojulita.org.br

Empresas parcerias realizam voluntariado na Julita
Mais de 100 jovens se formam no segundo semestre de 2017

Mais de 100 jovens se formam no segundo semestre de 2017

No último dia 15 de dezembro, a Fundação Julita teve a alegria de formar 143 jovens e adultos nos cursos: “Assistente Administrativo”, “Gestão para o Comércio”, “Oficina de Costura” e “Gestão de Alimentos”.

 A noite foi marcada por muita emoção, afinal, após 6 meses de muito aprendizado e troca de experiências tinha chegado o momento de receber o diploma, abraçar os educadores e colegas e celebrar a conclusão de um ciclo. Veja matérias no nosso blog sobre cada os Trabalhos de Conclusão de Curso de cada turma:

Alunos do curso Oficina de Costura trazem a moda inclusiva para a passarela

Mais de 25 jovens se formam no curso de Assistente Administrativo

Curso Gestão para o Comércio forma 26 novos jovens

Mais de 40 jovens se formam no curso de Gestão de Alimentos

EMPODERAR PARA TRANSFORMAR

Todos os cursos têm como objetivos a capacitação para o mercado de trabalho e para o empreendedorismo.

Danyelle Gomide Oliveira, que  é uma das  formandas do Curso Assistente Administrativo,  que apresentou o TCC (o Life Colors; veja acima).
Disse que o curso a ajudou a se conhecer melhor, até mudou a escolha de sua profissão: “queria antes fazer odontologia e agora quero cursar Engenharia de Produção, que envolve administração. Eu me descobri nesta área, pensei que o curso era só sobre administração, mas também aprendi muito do ponto de vista pessoal, de protagonismo. Eu me conheci melhor a partir das aulas, me ajudou a entender o que quero fazer e a ter paciência com cada obstáculo até chegar aonde quero”, conta Danyelle.

 Parabenizamos todos os formandos do segundo semestre de 2017 e desejamos foco e dedicação para os novos desafios.

HISTÓRIAS DE VIDA A Fundação Julita tem o Programa Jovem Aprendiz que encaminha os jovens para empresas parceiras. Temos o orgulho de ter a Ariany Souza, 18 anos, efetivada na empresa Honda. “Eu sou a primeira jovem aprendiz da Fundação a ser efetivada na Honda! Hoje estou na área de Recursos Humanos da empresa e, no meio do ano, inicio a Faculdade de Direito. Na Fundação, eu criei responsabilidade, z cursos, cresci bastante. Se não tivesse a Julita, acho que até hoje estaria na rua, sem fazer nada, nem conseguiria emprego, muito menos o que tenho hoje!”, conta Ariany.

 

Confira algumas fotos da formatura

 

Confira algumas fotos da formatura

 






Nova parceria para a cultura de paz

A Fundação Lama Gangchen para a Cultura de Paz fez parte da primeira formação de 2017 da Fundação Julita, com a proposta de trazer uma atividade que entra para o currículo da organização.

Trata-se de exercícios de concentração e respiração, a fim de possibilitar o equilíbrio emocional. Primeiro, a iniciativa visa sensibilizar educadores e coordenadores pedagógicos para, em um segundo momento, ser compartilhada entre as crianças, adolescentes e seus familiares.

As atividades são baseadas no Programa Ser em Paz, da Fundação Lama Gangchen, fundada em 2007. O programa tem como base a Educação para a Paz, que se define como “uma educação para a vida, propondo o desenvolvimento de seres humanos mais equilibrados, física e emocionalmente, capazes de lidar com todos os aspectos da sua vida de forma mais pacífica, harmônica e feliz”.

“Na Fundação Julita, as atividades serão compostas por exercícios que ‘ensinam’ a mente a ficar mais tranquila, sobretudo os de respiração. Hoje temos muitos estímulos e é importante a criança aprender a focar e a se concentrar, principalmente para lidar com seus conflitos sem violência. Acreditamos que a paz interna é a base mais sólida para a paz mundial”, explica os diretores e também educadores da Fundação Lama Gangchen, Daniel Calmanowitz e Simone Bambini Negozio.

Segundo o Gestor de Projetos Pedagógicos da Fundação Julita, Jânio de Oliveira, essa parceria vai contribuir muito com o dia a dia da organização. “Todos vão poder utilizar, aproveitar e compartilhar essa ferramenta tendo em vista a igualdade de direitos e a cultura de paz”, complementa.

formacao4

formacao3

Nova parceria para a cultura de paz
Fundação Julita completa 66 anos

Fundação Julita completa 66 anos

A organização que nasceu de uma história de amor contribui para a igualdade de direitos e oportunidades .

Atualmente, a Fundação beneficia cerca de 1.200 pessoas de todas as idades ( dos 4 meses a mais de 60 anos) em situação de vulnerabilidade social por meio de ações socioeducativas que promovem o exercício da cidadania.

Conheça um pouco da nossa trajetória:

1951

Antônio Manoel constitui a Fundação Julita em homenagem à sua esposa falecida

1952

Inicio das atividades, a partir da construção de casas para famílias migrantes rurais em formato de cooperativa, a m de oferecer moradia e instrução. Assim, propõe uma solução para o aumento da migração de famílias da área rural para as cidades, que chegavam muitas vezes despreparadas para trabalhar na indústria, acelerando a miséria, a fome e a criminalidade.

1989

Consolidação dos programas de atendimento, da primeira infância até a terceira idade, com atividades de creche, educação complementar, pro ssionalização e núcleo de convivência do idoso. Entre as décadas de 1970 a 90, a comunidade do Jardim São Luís sofre um crescimento populacional acelerado, agravando situações de precariedade de moradia e de renda.

1993

Mudança de Estatuto e formalização da parceria em educação a partir de convênio com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Desenvolvimento Social. A região do Jardim São Luís, Campo Limpo e Capão Redondo é denominada como “Triângulo da Morte” pela Unesco; sendo considerada a mais violenta e pobre de São Paulo.

2003 A 2011

Construção do Plano Pedagógico e início dos Centros de Esporte, Meio Ambiente, Cultura e Saúde, como pilares multidisciplinares. Estruturação da área de Comunicação Estratégica e abertura da organização para atividades de m de semana. No período, houve o crescimento do número de entidades sociais na região e a pro ssionalização do terceiro setor.

2012

Início do Projeto Ipezinho, de contraturno escolar, para a faixa dos 4 aos 6 anos. Com isso, a Fundação passa a oferecer a possibilidade de
atendimento da primeira infância à qualificação profissional.

2014 A 2015

Início dos cursos noturnos para adultos e de nova abordagem pedagógica multidisciplinar, a partir da educomunicação

2016

Consolidação da nova identidade visual e redes sociais


2017

Construção da Casa Verde – sede do Centro de Educação Ambiental

Fundação Julita participa da XI Conferência Estadual de Assistência Social

Em seu propósito de fortalecer a política de assistência social, a Fundação Julita participou pela primeira vez da Conferência Estadual de Assistência Social de 2017, que aconteceu na cidade de Águas de Lindóia, interior de São Paulo. Antes, a Fundação já havia participado das conferências regionais e municipais.

As Conferências de Assistência Social são divididas em regionais (por território da cidade), municipais, estaduais e nacional. Nestes espaços de encontros e diálogos são analisadas as políticas de Assistência Social, o aperfeiçoamento e o fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social.

CONSTRUÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS

Sendo assim, com mais 65 anos de atuação no território do Jardim São Luís, atendendo desde a primeira infância até a terceira idade, a organização contribuiu para os encaminhamentos da Conferência Estadual.

“Foi de fundamental importância a participação dos profissionais da Fundação Julita na construção de propostas que dialogam com as necessidades do território, articulando com instituições e trabalhadores de outras regiões de São Paulo”, comenta Janaina Dias, assistente social da Fundação Julita.

Além de contribuir para a construção de políticas públicas, a participação da organização nos debates da Conferência traz embasamentos para a sua atuação diária junto à comunidade, como explica Agnaldo Santos, coordenador do Centro de Educação em Saúde.

AGREGAR AO SERVIÇO DE GARANTIA DE DIREITO

Participar da Conferência agrega na discussão da valorização do trabalho, no entendimento do serviço como garantia de direito, além de permitir que os profissionais ampliem metodologias de atendimento e estratégias de intervenção para crianças, adolescentes e jovens atendidos e suas famílias, como descrito na Política de Assistência Social e seu desenvolvimento na prática”, conclui.

Conferência Estadual é organizada pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Desenvolvimento Social de São Paulo , Conselho Municipal de Assistência Social, Fórum da Assistência Social da cidade de São Paulo,   e Conselho Estadual de Assistência Social.

Após a finalização da Conferência Estadual, a Conferência Nacional de Assistência Social acontecerá em dezembro.

FUNDAÇÃO JULITA COMO ARTICULADORA LOCAL

Desde março deste ano, a Fundação Julita sedia o Fórum Regional de M´Boi Mirim, que reúne os distritos do Jardim Ângela e São Luís, considerados os mais vulneráveis no mapa da exclusão social.

Para a organização, “sediar o Fórum é importante para fomentar e fortalecer o trabalho de base com as famílias beneficiadas no controle social, enfatizando a importância da participação na corresponsabilidade, no papel enquanto cidadã, na participação, discussão, avaliação e decisões na Política de Assistência Social, integrando os serviços, projetos e programas dos quais participam, na visão do direito e não do favor”, conforme reforçou Janaina.

COMO NASCEU O FÓRUM REGIONAL DE M´BOI MIRIM

Fórum Regional de M´Boi Mirim nasceu após a Conferência Regional de 2010, a qual faziam parte Campo Limpo e M´Boi Mirim, porém percebeu-se a necessidade de discutir a política pautando as características específicas dos territórios.

Sendo assim, em 2011, teve origem o Fórum Regional de M´Boi Mirim, debatendo e discutindo ações em defesa da Política de Assistência Social, fomentando o controle social através da participação de organizações, trabalhadores e usuários do Sistema Único de Assistência Social.

Os primeiros anos do Fórum aconteceram na organização Movimento Comunitário de Vila Remo. Em 2016, aconteceu na Sociedade Amiga e Esportiva do Jardim Copacabana e, em março deste ano, passou a ser realizado na Fundação Julita.

A mudança se deu devido à necessidade de o Fórum acontecer no distrito do Jardim São Luís, considerando que as demais organizações que o sediaram pertenciam ao distrito do Jardim Ângela. A Fundação Julita foi eleita para sediar o Fórum por ser referência no território e por trabalhar em prol da Política de Assistência Social.

Fundação Julita participa da XI Conferência Estadual de Assistência Social
Projeto une tecnologia, meio ambiente e pessoas

Projeto une tecnologia, meio ambiente e pessoas

A Fundação Julita conta com uma imensa área verde, algo muito raro nas periferias de São Paulo. Sendo assim, possui um núcleo para cuidar da relação e o vínculo entre as pessoas e a natureza: o Centro de Educação Ambiental.

Um dos pilares do Centro é a prática da permacultura (concepção ecológica inovadora) e, dentro dessa cultura, nasceu o Projeto “Da Cisterna ao Jardim” que une práticas sustentáveis, tecnologia e pessoas.

Fruto de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Antônio Araújo, mais conhecido como Tchê, ex-colaborador da Fundação Julita e morador da região, foi criado o Projeto “Da Cisterna ao Jardim”, com o apoio do VAI TEC.

IRRIGAÇÃO DE JARDIM DE FORMA REMOTA POR CISTERNA

O projeto tem como referência conceitual e metodológica o “Design de Impacto Social” e, tecnicamente, a integração com tecnologias ambientais,

Que trarão mudanças que poderão ser notadas no dia a dia da Fundação, pois o sensor de volume de água que faz parte da cisterna 1 e o sistema de irrigação automatizado, onde as pessoas poderão interagir com o jardim, verificando em um aplicativo a necessidade ou não de irrigação, ficando a cargo do usuário do app a decisão de rega, irão facilitar o trabalho e a preservação do espaço.

“No Projeto, utilizamos principalmente tecnologias digitais, com uso de sensores de monitoramento, placas eletrônicas de controle e interfaces digitais; tudo integrado para atender as necessidades da Fundação. Importante ressaltar que a tecnologia não transforma. Agora, quando você utiliza a tecnologia com um propósito claro, conseguimos entender que o que muda e transforma é o projeto”, analisa Tchê.

Além disso, a interação entre as pessoas e o meio ambiente estará mais fortalecida, como comenta Flávia Cremonesi, coordenadora do Centro de Educação Ambiental.

INTEGRAÇÃO ENTRE AS PESSOAS

A promoção de interação entre as pessoas (crianças, jovens, adultos, idosos) com o meio ambiente é outro ponto importante do Projeto. Infelizmente, a população está vivendo um momento de distanciamento da natureza. Antigamente, observar que uma planta estava sedenta não era nenhum mistério, mas atualmente as pessoas têm maiores dificuldades de observar as plantas nas cidades, quanto mais de observar uma planta com “necessidades”. Por isso, vejo nesse Projeto um caminho interessante para talvez encurtar esse distanciamento. Coube a esse aplicativo ser uma ponte de comunicação entre plantas e pessoas”.

“DA CISTERNA AO JARDIM”: INOVAÇÃO E RECONHECIMENTO

O Projeto que está em execução na Fundação Julita já é um vencedor desde sua origem, pois, além de ter nascido de um TCC, “Da Cisterna ao Jardim” foi contemplado pelo Programa VAI TEC, que visa apoiar financeiramente, por meio de subsídio, atividades inovadoras e, em especial, às ligadas à Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) para o desenvolvimento econômico e social, considerados relevantes para as políticas públicas municipais, principalmente as desenvolvidas por jovens de baixa renda.

 

 CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O Centro de Educação Ambiental possui 12 tecnologias sustentáveis que foram criadas e implantadas com o intuito de oferecer alternativas às necessidades da comunidade beneficiada: cisterna, biodigestor, círculo de bananeiras, swales (canais de infiltração), bacias de infiltração, horta de plantas alimentícias não-convencionais, biofiltro, horta de medicinais, telhado verde, tinta de terra, jardim de beija-flor, jardim de chuva e projeto de agrofloresta de recuperação do bosque. Agora acaba de contar com mais uma tecnologia: o projeto “Da Cisterna ao Jardim”, fechando um ciclo de 13 práticas sustentáveis inovadoras construídas no local.

Para visitar e conhecer de perto essas tecnologias permaculturais, escreva para: ambiental@fundacaojulita.org.br

Fundação Julita inaugura clube de ex-alunos

Neste mês de junho, de 2017,  foi inaugurado o Clube de ex-Alunos da Fundação Julita. O evento de inauguração reuniu em torno de 40 pessoas, entre elas, ex-alunos, educadores e colaboradores da Fundação.
 

A ideia do Clube veio de um ex-aluno, Luciano Santos, que, ao observar essa prática comum nos Estados Unidos, propôs de aplicar um modelo parecido na Fundação Julita, local onde estudou em 1998. Clubes de ex-alunos são encontrados em algumas universidades particulares, mas poucas organizações sociais do Brasil tentaram implantar um modelo semelhante, que visa estimular ex-alunos a retribuir de alguma forma o que a organização proporcionou em suas vidas, seja formações pessoais ou profissionais. Atualmente, Luciano mora fora do Brasil e, além de mentor da ideia do projeto, também o financia.

 

CÍRCULO VIRTUOSO

O Clube tem como objetivo trazer ex-alunos de volta para colaborar não só com a organização, mas também com a comunidade. Sendo assim, o Clube propõe viabilizar benefícios para os seus integrantes, como cursos, palestras, workshops.

A ideia é potencializar a rede de relacionamentos dos participantes e dar visibilidade para talentos de ex-alunos, gerando novas oportunidades. Desta forma, pretende formar um círculo virtuoso de gratidão, trabalho e benefícios para todos os envolvidos.
 

FUNDAÇÃO PARA E PELA COMUNIDADE

 Jessé Matos, ex-aluno da Fundação Julita, compartilhou sua impressão positiva após a apresentação do projeto. ‘‘Estou muito empolgado com a ideia do Clube. O Clube mostra que a Julita existe não só para a comunidade, mas também pela comunidade. Estou bem feliz de poder participar da execução dos projetos da Julita. Não vejo a hora de arregaçar as mangas’’.

No evento de inauguração, foi convidada a psicóloga e co-fundadora do Empreende Aí, Jennifer Rodrigues, que palestrou sobre o empreendedorismo na periferia, dando importantes dicas e exemplos sobre o tema para os integrantes do Clube.

 

 


 


 


 

Você é ex-aluno e quer fazer parte deste Clube? Escreva para parcerias@fundacaojulita.org.br

Fundação Julita inaugura clube de ex-alunos

Fale Conosco

Quer fazer uma doação, saber mais sobre a Fundação Julita ou ser um parceiro? Entre em contato conosco, teremos o maior prazer em te atender!

Entrar em contato