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jul

Com a palavra, nossos jovens formandos!

Com a palavra, nossos jovens formandos!

Foi uma semana cheia de desafios e aprendizados para os jovens que acabaram de concluir a formação no Centro para a Juventude e nos cursos profissionalizantes: Assistente Administrativo e Gestão para o Comércio.

Os jovens apresentaram os seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs), que consolidam o projeto de uma mini-empresa desenvolvida durante a formação.

O TCC foi apresentado para uma banca formada por parceiros e colaboradores da Fundação Julita. Ao fim, eles contaram sobre o processo de aprendizado, lutas e conquistas dos últimos seis meses.

Confira alguns dos relatos:

"Antes do CJ, eu não me comunicava nada bem. Venci o desafio de falar em público. Aprendi a experimentar o novo. Entendi que comunicar é entender a opinião do outro”. 

“O curso fez com que eu me dedicasse mais aos estudos”

“Vivenciei formas diferentes de pensar. A diversidade é uma coisa difícil de lidar. Aprendemos a conviver com isso”.  

“Era bastante sozinho antes do curso. Aprendi a trabalhar em grupo e a levar as coisas mais a sério. Eu não me dava bem com as meninas e a gente trabalhou em grupo, foi incrível”.

“Não levava nada a sério, hoje me vejo mais madura e até meu jeito de se vestir mudou”.

“Quando cheguei no curso, pensei: ‘vou ter que acordar cedo’. Assim que entrei no curso, veio todo mundo falar comigo, nunca tinha visto isso. Daí depois queria vir para ver meus amigos”.

“Antes, não conseguia falar, conversar, e aqui é um grupo. Na escola trabalhamos mais o individual e aqui percebi que gostei de trabalhar em grupo, seja no esporte ou na cozinha”.

“Pra mim o curso foi uma renovação de conteúdo e histórias”.


“Cheguei aqui tímida e fui perdendo isso. Sou estressada e brava e estou melhorando e conseguindo”.

“Entrei obrigada pela minha mãe. Não gostava de trabalhar em grupo. Adorei trabalhar com as meninas, foi incrível. Eu me tornei muito comunicativa” 


“Cheguei na vergonha e sou brava, continuo sem ter paciência mas agora sei escutar. Esse meu papel de líder da mini-empresa me ajudou a escutar.”

 “Encontrei pessoas acolhedoras aqui, meu objetivo era de falar o máximo possível, com todos. Fiz muitos amigos aqui”.

 “Antes daqui ficava muito dentro de casa, na TV, Internet. Cheguei muito fechada e meia hora já estava conversando com todo mundo. Não queria nem saber de escola, aqui venho feliz. Gosto muito de cozinhar. Aprendi muita coisa, que vou levar eternamente”.

“Aprendi a cozinhar aqui, perdi a timidez”.

 “Estamos buscando outros caminhos para continuar. Dá vontade de continuar com a mini-empresa. Isso vocês que me ensinaram quando disseram: ‘confiamos no potencial de vocês. Vai e sonha’! – Bárbara Janaina Ferreira de Souza, 17 anos, que é do grupo “Bolo de Favela”.


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